Japonês da Federal vira presidente do PEN-PR

O agente da Polícia Federal, Newton Ishii, apelidado de "Japonês da Federal", conhecido por aparecer nas conduções coercitivas e prisões dos principais nomes da política e empresariado brasileiro alvos da Operação Lava Jato, vai presidir o Partido Ecológico Nacional (PEN) no Paraná; "japonês da federal" foi preso em 2016 acusado de facilitar a entrada de contrabando no País pela fronteira

O agente da Polícia Federal, Newton Ishii, apelidado de "Japonês da Federal", conhecido por aparecer nas conduções coercitivas e prisões dos principais nomes da política e empresariado brasileiro alvos da Operação Lava Jato, vai presidir o Partido Ecológico Nacional (PEN) no Paraná; "japonês da federal" foi preso em 2016 acusado de facilitar a entrada de contrabando no País pela fronteira
O agente da Polícia Federal, Newton Ishii, apelidado de "Japonês da Federal", conhecido por aparecer nas conduções coercitivas e prisões dos principais nomes da política e empresariado brasileiro alvos da Operação Lava Jato, vai presidir o Partido Ecológico Nacional (PEN) no Paraná; "japonês da federal" foi preso em 2016 acusado de facilitar a entrada de contrabando no País pela fronteira (Foto: Leonardo Lucena)

247, com Agência Sputnik - O agente da Polícia Federal, Newton Ishii, apelidado de "Japonês da Federal", conhecido por aparecer nas conduções coercitivas e prisões dos principais nomes da política e empresariado brasileiro alvos da Operação Lava Jato, vai presidir o Partido Ecológico Nacional (PEN) no Paraná.

Ishii se encontrou nesta segunda-feira (23) com a governadora do Paraná, Cida Borghetti (PP), para comunicar que ia ingressar na vida política.

A informação é do jornal O Estado de S.Paulo.  Ele deve disputar as eleições deste ano para deputado, mas ainda não se sabe de ele vai tentar um cargo na Federal, em Brasília, ou para a Assembleia Legislativa do Paraná.

O "japonês da federal" foi preso em junho de 2016 por causa da Operação Sucuri, que descobriu envolvimento de agentes na entrada de contrabando no País pela fronteira. Ishii se apresentou espontaneamente na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba.

Três dias após ser preso, Ishii colocou tornozeleira eletrônica por ter sido condenado a quatro anos, dois meses e 21 dias de prisão, com um pena em regime semiaberto harmonizado, obrigando o agente a ficar em casa com algumas restrições da Justiça – deverá estar em casa entre 23h e 5h durante a semana e está impedido de sair nos fins de semana.

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