Moro espera encerrar a Lava Jato até dezembro

“Terminar até dezembro a parte da primeira instância é uma expectativa ou um desejo”, teria dito Sérgio Moro; o juiz diz que considera que a sequência de desdobramentos da grande investigação pode provocar um desgaste até mesmo na opinião pública que, hoje, presta apoio maciço à força-tarefa da Lava Jato; ele tem dito que ficou ‘consternado’ com o que chama de ‘manifestações de raiva e intolerância’ registradas nas últimas semanas, sobretudo depois que conduziu coercitivamente o ex-presidente Lula, no dia 4 de março, para depor

“Terminar até dezembro a parte da primeira instância é uma expectativa ou um desejo”, teria dito Sérgio Moro; o juiz diz que considera que a sequência de desdobramentos da grande investigação pode provocar um desgaste até mesmo na opinião pública que, hoje, presta apoio maciço à força-tarefa da Lava Jato; ele tem dito que ficou ‘consternado’ com o que chama de ‘manifestações de raiva e intolerância’ registradas nas últimas semanas, sobretudo depois que conduziu coercitivamente o ex-presidente Lula, no dia 4 de março, para depor
“Terminar até dezembro a parte da primeira instância é uma expectativa ou um desejo”, teria dito Sérgio Moro; o juiz diz que considera que a sequência de desdobramentos da grande investigação pode provocar um desgaste até mesmo na opinião pública que, hoje, presta apoio maciço à força-tarefa da Lava Jato; ele tem dito que ficou ‘consternado’ com o que chama de ‘manifestações de raiva e intolerância’ registradas nas últimas semanas, sobretudo depois que conduziu coercitivamente o ex-presidente Lula, no dia 4 de março, para depor (Foto: Roberta Namour)

247 - O juiz federal Sérgio Moro diz que quer encerrar a Lava Jato até dezembro. “Terminar até dezembro a parte da primeira instância é uma expectativa ou um desejo”, disse Moro a uma pessoa próxima, nesta quarta-feira, segundo o blog de Fausto Macedo.

O juiz diz que considera que a sequência de desdobramentos da grande investigação pode provocar um desgaste até mesmo na opinião pública que, hoje, presta apoio maciço à força-tarefa da Lava Jato.

Ele tem dito que ficou ‘consternado’ com o que chama de ‘manifestações de raiva e intolerância’ registradas nas últimas semanas. Sobretudo depois que a Lava Jato conduziu coercitivamente o ex-presidente Lula, no dia 4 de março, para depor nos autos da Operação Aletheia, que investiga o sítio Santa Bárbara, de Atibaia, cuja propriedade é atribuída ao ex-presidente (leia aqui).

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