MPF diz que recibos de Lula são “ideologicamente falsos”

A força-tarefa da Lava Jato, no Paraná, informou ao juiz Sérgio Moro que, "sem margem à dúvida", os recibos apresentados pela defesa do ex-presidente Lula, para comprovar o pagamento de aluguel do apartamento 121, do edifício Hill House, em São Bernardo do Campos (SP), são ‘ideologicamente falsos’; o Ministério Público Federal, no Paraná, entrou com um incidente de falsidade para apurar a autenticidade dos documentos apresentados pela defesa de Lula

A força-tarefa da Lava Jato, no Paraná, informou ao juiz Sérgio Moro que, "sem margem à dúvida", os recibos apresentados pela defesa do ex-presidente Lula, para comprovar o pagamento de aluguel do apartamento 121, do edifício Hill House, em São Bernardo do Campos (SP), são ‘ideologicamente falsos’; o Ministério Público Federal, no Paraná, entrou com um incidente de falsidade para apurar a autenticidade dos documentos apresentados pela defesa de Lula
A força-tarefa da Lava Jato, no Paraná, informou ao juiz Sérgio Moro que, "sem margem à dúvida", os recibos apresentados pela defesa do ex-presidente Lula, para comprovar o pagamento de aluguel do apartamento 121, do edifício Hill House, em São Bernardo do Campos (SP), são ‘ideologicamente falsos’; o Ministério Público Federal, no Paraná, entrou com um incidente de falsidade para apurar a autenticidade dos documentos apresentados pela defesa de Lula (Foto: José Barbacena)

Paraná 247 - A força-tarefa da Lava Jato, no Paraná, informou ao juiz Sérgio Moro que, "sem margem à dúvida", os recibos apresentados pela defesa do ex-presidente Lula, para comprovar o pagamento de aluguel do apartamento 121, do edifício Hill House, em São Bernardo do Campos (SP), são ‘ideologicamente falsos’.

O Ministério Público Federal, no Paraná, entrou com um incidente de falsidade para apurar a autenticidade dos documentos apresentados pela defesa de Lula.

“Sem margem à dúvida que os recibos juntados pela defesa de Luiz Inácio Lula da Silva são ideologicamente falsos, visto que é simulada a relação locatícia representada pelo engendrado contrato de locação”, afirmou a Procuradoria.

Nesta ação, Lula é réu por corrupção passiva e lavagem de dinheiro sobre supostas propinas da Odeberecht. Para os procuradores, a Odebrecht custeou a compra do apartamento, em nome do engenheiro Glaucos da Costamarques, primo do pecuarista José Carlos Bumlai, amigo do ex-presidente. 

 

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