Norte do Paraná tem protesto contra Reforma da Previdência

Integrantes do MST fazem uma manifestação contra a reforma da Previdência, nas cidades de Londrina, Maringá, Rolândia e Apucarana, no norte do Paraná; segundo a coordenadora regional do MST Ceres Hadich, o protesto faz parte da Jornada Nacional de Lutas das Mulheres, e entre os temas mais preocupantes é a reforma da Previdência; "Nós queremos denunciar e também dialogar com a sociedade sobre as consequências dessa reforma que vai prejudicar, principalmente, as mulheres"

Integrantes do MST fazem uma manifestação contra a reforma da Previdência, nas cidades de Londrina, Maringá, Rolândia e Apucarana, no norte do Paraná; segundo a coordenadora regional do MST Ceres Hadich, o protesto faz parte da Jornada Nacional de Lutas das Mulheres, e entre os temas mais preocupantes é a reforma da Previdência; "Nós queremos denunciar e também dialogar com a sociedade sobre as consequências dessa reforma que vai prejudicar, principalmente, as mulheres"
Integrantes do MST fazem uma manifestação contra a reforma da Previdência, nas cidades de Londrina, Maringá, Rolândia e Apucarana, no norte do Paraná; segundo a coordenadora regional do MST Ceres Hadich, o protesto faz parte da Jornada Nacional de Lutas das Mulheres, e entre os temas mais preocupantes é a reforma da Previdência; "Nós queremos denunciar e também dialogar com a sociedade sobre as consequências dessa reforma que vai prejudicar, principalmente, as mulheres" (Foto: Leonardo Lucena)
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Paraná 247 - Integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) fazem, nesta quarta-feira (8), uma manifestação contra a reforma da Previdência, nas cidades de Londrina, Maringá, Rolândia e Apucarana, no norte do Paraná. Segundo a coordenadora regional do MST Ceres Hadich, o protesto faz parte da Jornada Nacional de Lutas das Mulheres, e entre os temas mais preocupantes é a reforma da Previdência.

"Nós queremos denunciar e também dialogar com a sociedade sobre as consequências dessa reforma que vai prejudicar, principalmente, as mulheres. Além disso, também estamos denunciando a criminalização dos movimentos sociais e pedimos que a Justiça solte uma integrante do MST que foi presa injustamente em novembro de 2016", disse.

A proposta, encaminhada pelo governo Michel Temer, aumenta a idade mínima da aposentadoria de 53 para 65 anos, tanto para homens como para mulheres, e o tempo mínimo de contribuição aumenta de 15 para 25 anos. Segundo o cálculo do governo, aos 65 anos e com 25 anos de contribuição, o valor do benefício será de 76% da média de todas as contribuições. Com 26 anos de contribuição, 77%. Com 27 anos, 78%. O percentual chega a 100% (aposentadoria integral) com 49 anos de contribuição.

O mesmo protesto ocorre em frente às agências do INSS de Maringá. Os participantes da mobilização de Rolândia seguem para Londrina durante a tarde. Haverá uma audiência da prefeitura. O relato é do G1.

"Estamos lutando em defesa do direito à previdência pública e a uma aposentadoria digna. Nos colocamos contra essa reforma, e por isso o protesto. Queremos alertar toda a classe trabalhadora sobre os problemas que serão acarretados se essa reforma for aprovada", finalizou Ceres Hadich.

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