Por 2014, Gleisi sela união interna no PT de Curitiba

A ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, pré-candidata ao governo do Paraná, obrigou os correligionários do PT de Curitiba a selarem a "harmonia" interna; o novo presidente da sigla na capital, Natalino Bastos, homem de confiança do deputado André Vargas e do vereador Pedro Paulo, havia deixado de fora do diretório municipal o grupo ligado à ministra e aos deputados Ângelo Vanhoni e Dr. Rosinha

A ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, pré-candidata ao governo do Paraná, obrigou os correligionários do PT de Curitiba a selarem a "harmonia" interna; o novo presidente da sigla na capital, Natalino Bastos, homem de confiança do deputado André Vargas e do vereador Pedro Paulo, havia deixado de fora do diretório municipal o grupo ligado à ministra e aos deputados Ângelo Vanhoni e Dr. Rosinha
A ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, pré-candidata ao governo do Paraná, obrigou os correligionários do PT de Curitiba a selarem a "harmonia" interna; o novo presidente da sigla na capital, Natalino Bastos, homem de confiança do deputado André Vargas e do vereador Pedro Paulo, havia deixado de fora do diretório municipal o grupo ligado à ministra e aos deputados Ângelo Vanhoni e Dr. Rosinha (Foto: Leonardo Lucena)
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Blog do Esmael - A ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, pré-candidata ao governo do Paraná, obrigou os correligionários do PT de Curitiba a acenderem o cachimbo da paz. Para selar a "harmonia" interna, ontem, a direção municipal petista até posou para a foto.

Na segunda (16), o clima era bem diferente. O novo presidente da sigla na capital, Natalino Bastos, homem de confiança do deputado André Vargas e do vereador Pedro Paulo, havia passado o trator no grupo ligado à ministra e aos deputados Ângelo Vanhoni e Dr. Rosinha, deixando-o fora do diretório municipal (clique aqui para relembrar).

Depois de enquadrados pela ministra, Pedro Paulo e Vargas afrouxaram o sutiã. Assentiram as tendências internas DS e o racha da Construindo Um Novo Brasil (CNB). Para provar que "não há" divisão interna, Gleisi obrigou os "briguentos" posarem abraçados para a fotografia. Todos obedeceram.

Para consumo externo, conversa é que estamos "juntos" em nome do projeto político de 2014.

 

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