Opinião

A convenção do caos…

O nome de “Deus” foi subutilizado e a oração do “Pai Nosso” foi proferida com fervor eleitoreiro

Bolsonaro entrega papel à Arthur Lira
Siga o 247 no Google Notícias Seguir no Google Notícias Adicione o Brasil 247 como fonte preferencial no Google Apoie o jornalismo independente Apoie o 247

O lançamento da candidatura de Jair Messias Bolsonaro ocorreu em meio aos vários matizes de verde e amarelo humanos, que entoaram o jingle sertanejo “Capitão do povo”; que encerra a frase: “Que vai vencer de novo”.

Durante o discurso, o “capitão” narra  alto e bom som um diálogo que travou com um porteiro; que um dia disse ao “mito das armas” que seria muito difícil, o então deputado conseguir ser elevado à presidência futuramente. Seria muito mais fácil que o porteiro ficasse rico. Atribuímos isso ao folclorismo ou a um tiro no pé? que na verdade somente enfeitou a retórica/oratória de lançamento oficial de Campanha do então presidente Jair Messias Bolsonaro à reeleição 2022. Vale a pena estudar a cena e confirmar a fala dele.

O ato reuniu no Rio de Janeiro em torno de 10 mil pessoas no Maracanãzinho, e contou com discurso da primeira-dama, entre outras bolsonarices.

O nome de “Deus” foi subutilizado e a oração do “Pai Nosso” foi proferida com fervor eleitoreiro. Ao fim da Convenção do Partido Liberal; o ator principal falou em “liberdade” para o país, que segundo ele não pode cair nas garras do que (pejorativamente) chama de “Comunismo”; atribuindo tal “mal” à possível eleição de Lula. 

O que nos resta é torcer para que exista mesmo “um partir do pão” no governo do próximo presidente; afinal o PT é um partido que sempre prezou o trabalhismo.

#ValReiterjornalismohistórico

❗ Se você tem algum posicionamento a acrescentar nesta matéria ou alguma correção a fazer, entre em contato com redacao@brasil247.com.br.

Cortes 247

Este é um artigo de opinião, de responsabilidade do autor, e não reflete a opinião do Brasil 247.

Participe da discussão

Acompanhe as
últimas notícias