Não adianta o governo Lula ceder à mídia para afastar acusações de corrupção – é um erro infelizmente nunca assimilado.
E por uma questão óbvia, histórica: a mídia rotula o entorno lulista como corrupto por escolha política, e não por base factual.
É ato ideológico, vinculado a um projeto de desestabilização, sem apego à realidade – e não diretriz com foco na lisura pública.
Toda tentativa de aplacar suspeitas para se legitimar junto a detratores incorrigíveis é vão e só tende a insuflar novos ataques.
O corte na carne pelo governo para mostrar idoneidade é interpretado pela mídia como sinal de fraqueza e resignação.
Foi assim com Lula I e Dilma – cada cessão é sucedida por nova estigmatização, útil para excitar os aliados políticos da casta a quem essa imprensa se curva e bajula.
A manipulação do imaginário da corrupção é arma política de um jornalismo a serviço da direita.
Ignorar a história é suicídio político.
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