A pandemia mostrou quem é Bolsonaro

A pandemia mostrou quem é Bolsonaro, para quem não conhecia, um negacionista cruel e sem compaixão, sem empatia e coração. Sua longa e inútil vida parlamentar seria o suficiente para uma triunfal entrada no lixo da história, mas ele não vai sozinho, tem muita gente reivindicando um lugar

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O julgamento que a sociedade fez de Lula e do Partido dos Trabalhadores, é o principal obstáculo para a ‘volta por cima’ na próxima e nas futuras eleições. O tribunal midiático foi implacável na acusação, foram horas e horas de massacre, de versões mentirosas, depoimentos unilaterais e abordagens parciais, que serviram de ingredientes no desmonte do passado recente de grandes conquistas e na derrubada da imagem e da popularidade do maior Presidente da história e do maior Partido da América Latina.

Diz o ditado que ‘aqui se faz, aqui se paga’, e a lei do retorno entregou Bolsonaro com vírus para que a sociedade experimentasse, na dor, o reflexo de toda injustiça e calúnia lançada irresponsavelmente.  A própria inquisidora já tentou, em um gesto esquizofrênico de mea culpa, tentar uma aproximação no modo Nelson Rodrigues com um artigo tipo ‘te perdoo por te trair’.

O teólogo Leonardo Boff disse em recente entrevista que Bolsonaro tem as características do anticristo, porque ele é inimigo da vida. Negou água, remédios e insumos aos povos indígenas que, segundo a concepção de Bolsonaro, não são gente. Trata Quilombolas como animais: "Eu fui num quilombo. O afrodescendente mais leve lá pesava sete arrobas. Não fazem nada. Eu acho que nem para procriador ele serve mais” - arrancando gargalhada da comunidade judaica em palestra no Clube Hebraica, no Rio.

A pandemia mostrou  quem é  Bolsonaro, para quem não conhecia, um negacionista cruel e sem compaixão, sem empatia e coração. Sua longa e inútil vida parlamentar seria o suficiente para uma triunfal entrada  no lixo da história, mas ele não vai sozinho, tem muita gente reivindicando um lugar.

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