Analogia versus bajulação

Deputado Glauber Braga, deputado em seu quarto mandato pelo PSOL mostrou o quanto a verdade precisa ser respeitada para construir o conhecimento histórico de uma nação

(Foto: Agência Câmara)

“Eu vou até onde for possível, até onde for necessário. Vou até o limite para defender junto com as pessoas os seus direitos básicos. A gente não escolheu lado fácil da história”.

As palavras não são minhas, elas saltam da mente de um homem chamado Glauber.

A HISTÓRIA é construída a partir do passado, brota no presente, rumando para o futuro; e o ofício do historiador é de “prestar contas” dentro de sua temporalidade.

Segundo um provérbio árabe “Os homens se parecem mais com sua época do que com seus pais”. 

E o deputado Glauber Braga, deputado em seu quarto mandato pelo PARTIDO SOCIALISMO E LIBERDADE (PSOL) mostrou o quanto a verdade precisa ser respeitada para construir o conhecimento histórico de uma nação.

A população precisa conhecer realmente a sua HISTÓRIA: do Descobrimento perpassando pelos bastidores do Golpe de 2016 e chegando às raias da Operação “Vaza jato”.

E na data de 02 de julho de 2019, durante o debate em torno da visita do ministro da Justiça na CCJ da Câmara de deputados federais: Glauber Braga utilizou um exemplo em analogia para explicar o quão à injustiça parece ser a nova forma de julgar neste país.

Durante o escrutínio de ontem, entre bajulações e argumentações veementes por parte dos deputados, o Bacharel em direito e deputado federal Glauber Braga se utilizou de simples analogia para elucidar a sociedade.

No caso em questão o parlamentar federal comparou as ações do ex-juiz, hoje ministro, ao labor de um juiz de futebol em sua função de árbitro em campo: quando facilita a vitória de uma das equipes (de forma ilícita) e então a torcida grita: “Ladrão”.

Glauber foi relator da primeira lei nacional de prevenção a desastres climáticos no Brasil: o Estado de Proteção e Defesa Civil. A lei 12.608 é um marco em políticas públicas no assunto.

Ele defende um Estado que seja garantidor de direitos coletivos, em substituição ao modelo penal-punitivo que vem se ampliando – e defende um modelo de segurança, que não é o da bancada da bala; o deputado se mantém atuante na discussão dessas alternativas.

Realmente a HISTÓRIA não perdoa: “O historiador não pode ser um sedentário, um burocrata, deve ser um andarilho fiel a seu dever de historiador”.

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