Bolsonaro troca Mais Médicos por Mais Mortes

Para o colunista e membro do Jornalistas pela Democracia, Alex Solnik, "quando um biruta chega à presidência da República eleito por milhões de inconsequentes, sai de baixo! Todo cuidado é pouco"; Bolsonaro "mandou para Cuba mais 8000 médicos que estavam salvando vidas no interiorzão do Brasil mas, em compensação, ele agora facilita o acesso a armas"; "Cidadãos e cidadãs "de bem" continuarão engrossando as estatísticas de homicídios. E de mortes por falta de atendimento médico", condena

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Por Alex Solnik, colunista do 247 e integrante do Jornalistas pela Democracia - Quando um mau caráter de extrema-direita chega à presidência da República eleito por milhões de inconsequentes, sai de baixo! Todo cuidado é pouco. É melhor se esconder embaixo da cama.

A primeira decisão do atual presidente, antes mesmo de ser empossado, foi mandar para Cuba mais 8000 médicos que estavam salvando vidas no interiorzão do Brasil. "Cubanos go home" proclamou ele, no estilo do antigo "Yankees go home". Até agora eles não foram repostos.

Mas, em compensação, ele agora facilita o acesso a armas. Como se o grande problema do Brasil fosse a falta delas.

Ou seja: trocou mais Médicos por Mais Armas. Trocou promessa de vida por promessa de morte.

Na ilusão de que o fato de ter um ou quatro revólveres em casa o protegerá de assaltos, o "cidadão de bem" vai ficar, na realidade, mais exposto ainda.

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Além de o aumento de armas em circulação aumentar os riscos de morte para todos – como provam pesquisas - assaltar casas para roubar armas será um dos alvos da bandidagem.

Esse "Decreto Taurus" vai aumentar a insegurança do "cidadão de bem" e entregar mais armas aos bandidos.

Quanto mais armas, mais balas perdidas.

Cidadãos e cidadãs "de bem" continuarão engrossando as estatísticas de homicídios.

E de mortes por falta de atendimento médico.

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