“Coisistas” mostram sua cara hedionda

Quem votar no "coiso" nas próximas eleições não vai ter o direito de se arrepender depois. A criatura e seus seguidores afirmam para quem quiser ouvir que se não ganharem as eleições vai ter briga

“Coisistas” mostram sua cara hedionda
“Coisistas” mostram sua cara hedionda

Quem votar no "coiso" nas próximas eleições não vai ter o direito de se arrepender depois. A criatura e seus seguidores afirmam para quem quiser ouvir que se não ganharem as eleições vai ter briga.

Ao dizerem que se perderem não aceitarão o resultado das urnas, deixam bem claro que são contra a democracia, contra o sistema de escolha de representantes por meio do voto.

Os "coisistas" estão dizendo, antes das eleições, que se outro candidato vencer pela maioria dos votos dos brasileiros, eles contribuirão para mergulhar o país, de novo- como fez Aécio Neves e sua turma - nas trevas da ilegalidade.

Mais do que ouvir de muitos "coisistas" que só aceitarão um tipo de resultado, temos vistos em manifestações pacíficas de partidos de esquerda, simpatizantes "coisistas" atacarem com atos típicos de intolerância e truculência, quebrando bandeiras, xingando, empurrando e chutando militantes de outros partidos.

Nesta segunda, 24, o Brasil se estarreceu com mais uma demonstração de que os "coisistas" querem ver o sangue dos adversários, neste caso, mulheres, negras, politizadas e "anticoiso".

Maria Tuca Santiago, uma das administradoras do grupo Mulheres Unidas contra Bolsonaro, e filiada ao PSol, foi agredida a noite, por 3 homens em um táxi no Rio de Janeiro. Segundo Julio Barroso, mentor da Agência de Notícias das Favelas, os homens estariam armados.

Foi atendida no Hospital Municipal Evandro Freire, na Ilha do Governador e depois na 37ª Delegacia de Polícia da região, onde prestou depoimento.

Quantos dias ou meses, assim como aconteceu com Marielle, se passarão até que a Polícia e a Justiça conclua quem são estes homens que querem intimidar uma líder do grupo de mulheres contra Bolsonaro que cresceu vertiginosamente alcançando quase 1,5 milhão de mulheres?

Não está tão difícil. As pistas estão claras. Não será necessário nenhum Sherlock Holmes - famoso personagem de investigador criado pelo escritor inglês Sir Arthur Conan Doyle.

Portanto, brasileiros e brasileiras, amantes dos direitos humanos, nas eleições de outubro reflitam antes de decidir seu voto.

Não seja mais um a contribuir para o crescimento do machismo e da intolerância contra a mulher, os LGBTs, os negros, os pobres.

Seja mais um a defender o Brasil como Nação livre e soberana, país onde a obediência aos princípios democráticos seja inquestionável e não a decisão de um "coiso" qualquer.

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