Doria quer deixar prefeitura no auge do fracasso

"Doria caiu como um patinho na armadilha do Goldman. O vice-presidente do PSDB, o mesmo partido de Doria, aliás, postou um vídeo dizendo que, em nove meses de mandato, ainda não nasceu o prefeito de São Paulo e sim um candidato a presidente da República. Em vez de respeitar a opinião de um cara mais velho e com muito mais história na vida brasileira e no partido do que ele, como faria um democrata, Doria partiu pra cima de Goldman", diz o colunista Alex Solnik; "Quanto mais tempo ele está prefeito, mais se percebe a sua incompetência. Ele quer ser candidato a presidente para sair logo da prefeitura, no auge do fracasso"

"Doria caiu como um patinho na armadilha do Goldman. O vice-presidente do PSDB, o mesmo partido de Doria, aliás, postou um vídeo dizendo que, em nove meses de mandato, ainda não nasceu o prefeito de São Paulo e sim um candidato a presidente da República. Em vez de respeitar a opinião de um cara mais velho e com muito mais história na vida brasileira e no partido do que ele, como faria um democrata, Doria partiu pra cima de Goldman", diz o colunista Alex Solnik; "Quanto mais tempo ele está prefeito, mais se percebe a sua incompetência. Ele quer ser candidato a presidente para sair logo da prefeitura, no auge do fracasso"
"Doria caiu como um patinho na armadilha do Goldman. O vice-presidente do PSDB, o mesmo partido de Doria, aliás, postou um vídeo dizendo que, em nove meses de mandato, ainda não nasceu o prefeito de São Paulo e sim um candidato a presidente da República. Em vez de respeitar a opinião de um cara mais velho e com muito mais história na vida brasileira e no partido do que ele, como faria um democrata, Doria partiu pra cima de Goldman", diz o colunista Alex Solnik; "Quanto mais tempo ele está prefeito, mais se percebe a sua incompetência. Ele quer ser candidato a presidente para sair logo da prefeitura, no auge do fracasso" (Foto: Alex Solnik)

Doria caiu como um patinho na armadilha do Goldman.

   O vice-presidente do PSDB, o mesmo partido de Doria, aliás, postou um vídeo dizendo que, em nove meses de mandato, ainda não nasceu o prefeito de São Paulo e sim um candidato a presidente da República.

   Em vez de respeitar a opinião de um cara mais velho (82) e com muito mais história na vida brasileira e no partido do que ele, como faria um democrata, Doria partiu pra cima de Goldman, no melhor estilo Temer – e o definiu como “fracassado”.

   É claro que os tucanos históricos vão ficar ao lado de Goldman e Doria vai ficar ainda mais isolado no partido. Se já era mal visto pela maioria, a antipatia por ele tende a aumentar mais, o que deverá resultar no enfraquecimento de sua candidatura e no fortalecimento da de Alckmin.

   O argumento de que é bom de ibope não se sustenta porque tanto ele quanto Alckmin engatinham nas pesquisas.

   Mas Doria perdeu o controle com Goldman porque ele tocou no seu calcanhar de Aquiles ao dizer que é um péssimo gestor. É tudo o que ele não quer que os brasileiros ouçam, pois seu plano é vender ao país a ideia de que ele transformou São Paulo numa “cidade linda”. Por meio de marketing, não de realizações concretas.

   Por isso ele troca a gestão de prefeito pela campanha a presidente: porque é bom de marketing, e péssimo de gestão.

   A realidade é que ele não foi bem-sucedido em nada do que fez até agora.

   Começou prometendo limpar todos os grafites da cidade, mas todos eles estão onde sempre estiveram.

   Fantasiou-se de gari para varrer a avenida Paulista, mas a cidade continua suja e sem varrição.

   Prometeu zerar a fila da saúde, mas não há dados que confirmem a realização da promessa.

   Sua imagem de probo foi arranhada pela demissão do secretário do Meio Ambiente que denunciava ilícitos e pela suspeita de que a porta de entrada para o seu gabinete é o Lide.

   Quanto mais tempo ele está prefeito, mais se percebe a sua incompetência.

   Ele quer ser candidato a presidente para sair logo da prefeitura, no auge do fracasso.

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