Filho de Bolsonaro participava da Farra do WhatsApp

"O vínculo do filho do candidato com as agências envolvidas na Farra do WhatsApp derruba a sua alegação de que "não pode controlar" as empresas que têm impulsionado sua propaganda de forma ilegal", avalia o colunista Alex Solnik, ao comentar o banimento de Flávio bolsonaro do Whatsapp; "A reação do WhatsApp também reforça a necessidade de uma resposta rápida do TSE, que não pode, ficar a reboque do acontecimento mais escandaloso dessas eleições"

Filho de Bolsonaro participava da Farra do WhatsApp
Filho de Bolsonaro participava da Farra do WhatsApp

Nova reportagem de Patrícia Campos Mello, publicada há pouco no UOL informa que o WhatsApp mandou, via notificação judicial, as agências Quickmobile, Yacows, Croc Services e SMS pararem o envio de mensagens em massa e de utilizar números de celulares obtidos pela internet que elas usavam para aumentar o alcance nos grupos no WhatsApp e baniu todas as contas associadas a essas agências, dentre as quais a do filho do candidato Jair Bolsonaro, Flávio Bolsonaro que confirmou o fato.

O vínculo do filho do candidato com as agências envolvidas na Farra do WhatsApp derruba a sua alegação de que "não pode controlar" as empresas que têm impulsionado sua propaganda de forma ilegal.

A reação do WhatsApp também reforça a necessidade de uma resposta rápida do TSE, que não pode ficar a reboque do acontecimento mais escandaloso dessas eleições. Se está punindo agências e clientes delas é porque estão cometendo irregularidades e se estão cometendo irregularidades em meio a uma campanha presidencial, o TSE tem que tomar providências urgentes.

O WhatsApp avisou que lá não é a casa da mãe Joana.

Falta agora o TSE dizer o mesmo.

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