Segura no colo, Globo, esse filho diabólico é seu

A família Marinho é pródiga em golpes. Levou o tempo de 50 anos para pedir desculpas à Nação pelo o apoio ao golpe de estado de 1964, bem como participou de oposição ferrenha e desumana a Getúlio Vargas nas décadas de 1940/50

Os cabrestos eletrônicos do TSE e da Globo.
Os cabrestos eletrônicos do TSE e da Globo. (Foto: Divulgação)
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Globo critica Bolsonaro e esquece que é o próprio golpe.

Não sei o que se passa nas cabeças dos irmãos Marinho e de seus empregados que acham que são patrões e abraçam com dedicação e zelo os interesses nada republicanos de tal grupo empresarial cartelizado, que impõe ao País décadas de interferências e desprezo pela democracia e o Estado Democrático de Direito, bem como tem a ousadia e o atrevimento, como titulares de duas de suas empresas de concessão pública, como a Rede Globo de Televisão e a rádio Globo/CBN, que foram integradas.

Os irmãos Marinho, na verdade, são os típicos bilionários de terceiro mundo cuja civilização para eles significa morar em mansões suntuosas no Brasil e no exterior, viajar para a Europa e Estados Unidos, digamos como uma forma de tomar um “banho” de cultura e sofisticação, assim como beber vinhos ou brincar de colecionar peças e quadros de belas artes considerados de altos valores, de forma que amenize a barbárie dessa família de tradição entreguista e vocação golpista.

A família plutocrata, que controla os meios de comunicação impunemente, por intermédio da concentração de mídias e propriedades cruzadas, além de não medir consequências para impor seus valores e princípios, que geralmente não coadunam com o republicanismo, a democracia e os interesses de soberania e independência do Brasil perante a comunidade internacional.

A verdade nua e crua é que o Grupo Globo em editorial cínico, cretino e hipócrita abriu sua bocarra para atacar o capitão Jair Bolsonaro — o Fascista —, político odiado pelos irmãos Marinho e seus capatazes de redação, mas, de forma dissonante, a expor suas idiossincrasias quando apoia caninamente as políticas econômicas draconianas do chicago boy Paulo Guedes, que está a destroçar a indústria brasileira, a entregar criminosamente o patrimônio pública e a dar fim, sem pena e compaixão, nos direitos dos trabalhadores, das minorias e dos aposentados.

A maior transferência de renda e riquezas do povo brasileiro para os ricos e os estrangeiros está a acontecer no desgoverno do fascista Jair Bolsonaro, cujo ministro da Economia tem o apoio literal e inconteste da famiglia Marinho e de seus lacaios ou sabujos, que defendem o indefensável e pregam o imponderável, que é o fim dos programas de inclusão social, o congelamento por 20 anos do orçamento da saúde e educação, a paralisação de obras e projetos importantes em todo o País, inclusive os estratégicos, a perversa e covarde retirada de direitos da população brasileira, além do criminoso desmonte das principais estatais, e exemplo da Petrobras, com total irresponsabilidade de procuradores, juízes e militares, que assistem a destruição do Brasil com os braços cruzados e nenhum respeito com o desenvolvimento e a autonomia do País.

Uma vergonha que tal grupo midiático propague como se fosse bom para o Brasil sofrer com uma pirataria e selvageria sem precedentes, por parte de uma burguesia representada pela famiglia Marinho, que odeia e despreza o País e age como se tivesse a vender um produto de má qualidade como se fosse de boa qualidade, a exemplo do programa econômico cabuloso e perversamente excludente do fundamentalista de mercado, o caixeiro viajante Paulo Guedes.

Guedes é um dos chicago boys da equipe econômica do ditador assassino, Augusto Pinochet. Esse sujeito é tão terrível como a conduta destrutiva e psicótica do fascista Jair Bolsonaro, que está a ocupar o poder central por culpa dos proprietários do Grupo Globo — os irmãos Marinho —, aqueles que não necessitam de nomes próprios, pois não é necessário a eles. Porém, tal família apoiou o golpe de estado de 2016 contra a presidente legítima e constitucional, Dilma Rousseff, cujos eleitores, quase 55 milhões de cidadãos brasileiros tiveram seus votos literalmente rasgados pelos golpistas do Grupo Globo, bem como pelo sistema Judiciário, à frente à Lava Jato, um covil de malfeitores e golpistas, como demonstra, sem deixar dúvidas, a opinião de juristas respeitados no mundo todo, assim como as denúncias publicadas pelo The Intercept Brasil, que colocou uma pá de cal no “bom-mocismo” de um juiz de primeira instância cuja alcunha é Sérgio Moro — o Homem Muito Menor.

Vazador de informações de forma ilegal, acusado de cometer crimes em série, que em um País sério seu endereço seria a cadeia, o Homem Muito Menor se associou ao Grupo Globo, que tem grande interesse em sua carreira política, além de ter propiciado, conjuntamente, a prisão injusta e covarde de Lula, que amargou 580 dias de encarceramento, para que o fascista e chefe de um desgoverno fracassado assumisse a principal cadeira da República.

Agora, os irmãos Marinho e os golpistas de suas redações estão furiosos e quiçá decepcionados com o arremedo de presidente que eles colocaram no poder, que é também chamado de Bozo. Isto mesmo, tratado como palhaço no Brasil e no exterior, além de totalmente incompetente, descontrolado e alienado, que neste momento está a apostar mais uma vez em mentiras pelas redes sociais e em um autogolpe, com o apoio de um monte de generais igualmente alienados e vocacionados para a mordomia.

Militares que após três décadas tomaram para si os espaços do Palácio do Planalto, e agora estão a se deleitar com seus cargos bem remunerados e a se exibir perante os seus círculos como se fossem pavões. Estão lá, a se divertir e brincar de pequenos mussolinis, os cucarachas fardados de terceiro mundo. Estão lá a mandar por mandar, a apoiar a entrega do Brasil, pois servidores públicos de carreira privatistas. Só pensam em intervir na política. Se esses milicos de país atrasado fizessem o que fazem em país desenvolvido, seriam sumariamente expulsos de suas forças e depois presos. E não fariam falta alguma. Surreal!  

Agora o editorial de O Globo ataca a farinha do mesmo saco, a sopa da mesma panela, que se traduz na ascensão de um protofascista ao poder maior da República. No editorial digno de cretinos, o Globo lança uma pérola: Jair Bolsonaro faz "aposta arriscada, irresponsável e criminosa no caos". Qual a novidade? Os irmãos Marinho e seus empregados de redações não sabiam que golpes todo mundo sabe como se inicia, mas não como termina? Eles são ingênuos, idiotas, burros ou completamente equivocados? Claro que não.

Essa gente deu um golpe para desmontar o Estado nacional, esquartejar a Petrobras e entregar o Pré-Sal, além do mercado interno, com a destruição dos poderosos setores de engenharia e indústria naval, dentre outros segmentos, além da desindustrialização do parque industrial brasileiro. E para os irmãos Marinho, pelo que se observa, está tudo bem. Contanto que eles mantenham seus oligopólios midiáticos e que Jair Bolsonaro, a quem eles dizem detestar, mantenha o chicago boy Paulo Guedes a capitanear a entrega do patrimônio público, além de deixar o Estado nacional vazio como um casulo de lagarta após se transformar em borboleta.   

Então vamos rir, e leia: "Bolsonaro vem demonstrando uma faceta temerária menos previsível: de esticar a corda em seu comportamento de extremista, sem qualquer preocupação com a importância e o decoro do cargo de presidente da República, agindo como chefe de facção radical, de bando, ultrapassando todos os limites do convívio democrático. Desconsidera a divisão de poderes feita pela Constituição, ameaça o Congresso, o Judiciário e, logo, sua Corte Suprema”.

O editorial continua com a mesma cantilena, de forma dura, mas presunçosa, porque a família Marinho se apresenta como se não tivesse nada com isso. Nada com o Bolsonaro. Só que tem, e muito. Os irmãos bilionários e donos de todas as mídias cruzadas e oligopolizadas são os principais pilares do golpe de estado de 2016, juntamente com os membros do Poder Judiciário, MPF e PF, os quais se aliaram ao Grupo Globo para atacar os governos do PT e suas principais lideranças, de forma brutal e intermitente. Bolsonaro é a face mais bárbara dessas relações — a criatura forjada na olaria diabólica da Lava Jato, instrumento de guerra política do Grupo Globo.

A família Marinho é pródiga em golpes. Levou o tempo de 50 anos para pedir desculpas à Nação pelo o apoio ao golpe de estado de 1964, bem como participou de oposição ferrenha e desumana a Getúlio Vargas nas décadas de 1940/50. Combate, incansavelmente, todo e qualquer político que conquiste a Presidência ou as sedes dos governos estaduais ou prefeituras se não lerem por sua cartilha neoliberal e excludente, além de entreguista e subalterna aos ditames dos Estados Unidos. Se o político for de esquerda ou trabalhista, os esforços midiáticos para derrubá-los são diuturnos e malévolos, não importa a situação de crise político-institucional que o Brasil terá de enfrentar, com duros reflexos na área de economia. Nada importa aos plutocratas das mídias. O que apenas importa são seus interesses econômicos e políticos. Eles são apátridas. Sua pátria é o dinheiro.

E aí, depois da porta arrombada e o caldo entornado, os Marinho e seus jornalistas se dizem preocupados com a democracia e as instituições, quando foram as pontas de lanças do golpe de estado de 2016 e responsáveis diretos pela prisão injusta de Lula, preso para não ser eleito nas eleições presidenciais de 2018, bem como injustiçado por uma pena imposta por um juizeco de direita, irresponsável, que o condenou por “fatos indeterminados”, ou seja, sem comprovação de que Lula tenha incorrido em malfeitos.

Depois o juizeco, vaidoso e autoritário, que sempre foge quando o debate fica acirrado, aliou-se ao mais feroz inimigo de Lula, o fascista Jair Bolsonaro. Moro — o Homem Muito Menor — e “herói” do Grupo Globo virou político e está no poder como ministro da Justiça de Bolsonaro, pois negociou cargo no ministério do capitão enquanto prendia o Lula.

A família Marinho, veja só, considera essa sujeira normal. Trata-se de uma família “lavajatense”, que defende e apoia a rapinagem contra o povo brasileiro, por meio das políticas econômicas criminosas de Paulo Guedes. Agora os jornalistas reclamam das grosserias e ameaças do capitão fascista, que destruiu a economia juntamente com o traidor e abjeto Michel Temer. Agora, todos abrem a boca, mas já é tarde. Claramente, o presidente fascista e descontrolado efetiva uma política constante de enfrentamento e aposta em golpe desde que assumiu o poder central. Segura no colo, Globo, esse filho diabólico é seu. É isso aí.

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