Globo defende Miriam de Bolsonaro, ataca o Lula, o PT e ratifica seu jornalismo de guerra, ódio e manipulação

Eu não sei o que se passa, por exemplo, na cabeça de Renata Vasconcellos, segunda na hierarquia do Jornal Nacional, que lê recados do Grupo Globo, outrora “organização” não sei de quê e para o quê, como se fosse a verdade fática das realidades terrenas e razões humanas ao tempo quem a ouve é tratado como reles idiota ou imbecil

Jornalista do Grupo Globo, Miriam Leitão.
Jornalista do Grupo Globo, Miriam Leitão.

Eu não sei o que se passa, por exemplo, na cabeça de Renata Vasconcellos, segunda na hierarquia do Jornal Nacional, que lê recados do Grupo Globo, outrora “organização” não sei de quê e para o quê, como se fosse a verdade fática das realidades terrenas e razões humanas ao tempo quem a ouve é tratado como reles idiota ou imbecil, à espera do convencimento de que a Globo e muitos de seus profissionais, por exemplo, não são os responsáveis diretos pelo Brasil estar dentro de um buraco sem fundo.

Chega a ser tosca ao tempo que soa como deboche a fala da “âncora” glamourizada por uma mídia reacionária e disposta há décadas a infernizar a vida do brasileiro, a baixar-lhe a autoestima e estigmatizá-lo como menor e menos importante perante os povos dos países ricos da comunidade internacional, principalmente quando se trata dos Estados Unidos, que consideram o Brasil uma grande e rica colônia a ser explorada, a ter o Grupo Globo como o capataz primaz da casa grande de herança escravagista e mentalidade colonizadora.

E não é que a jornalista de senho sério e autocrático da Rede Globo lê as pérolas dos editorialistas dos Marinho com ar grave e olhar contrito, como se fosse uma atriz e estivesse a dar lições de jornalismo, civismo, política e história? Seria cômico se não fosse trágico, porque se trata, na realidade, do oligopólio midiático que criminaliza seus inimigos ideológicos, partidários e sabota o Brasil há 54 anos para ter seus interesses realizados, bem como apoiador de dois golpes de estado e inúmeras conspirações e sublevações historicamente promovidas pela direita, além de manipulações e mentiras sobre os acontecimentos políticos e econômicos que se sucedem no Brasil.

Pois é, a “âncora” do jornal de direita para defender Miriam Leitão, a neoliberal global dos quatro costados das garras do presidente fascista Jair Bolsonaro, mais uma vez tergiversou, manipulou e distorceu os fatos e as realidades, quando afirmou, pela voz de Renata Vasconcellos, que o presidente fascista vociferou comentários sobre Miriam Leitão, a especialista em todos os assuntos da humanidade, considerada pelo pequeno Mussolini, pleno de complexo de vira-lata, uma militante da guerrilha do Araguaia, que tentou impor ao Brasil uma ditadura comunista.

Além disso, o mandatário fascista e mitomaníaco, por isto chamado de “Mito” pelos bolsominions ignorantes de extrema direita, juntamente com seus robôs que enlameiam a internet e as redes sociais com insultos e agressões de toda sorte e monta, novamente mentiu por ser mentiroso contumaz sobre a jornalista neoliberal e uma das porta-vozes dos irmãos Marinho e dos banqueiros, ao dizer que Miriam mente sobre ser torturada em unidades militares nos anos da ditadura militar, o regime historicamente mais cruel e covarde após a instalação da República no Brasil, em 1889.

A questão fundamental, por sua vez, não é o que o fascista Bolsonaro diz ou deixa de dizer, porque a sociedade brasileira sabe que o ex-capitão e péssimo oficial quando esteve por pouco tempo na ativa é um homem politicamente extremado, ideologicamente perverso, além de governar o País com ódio, rancor, intolerância e preconceito, realidade esta que gera violência e mantém a população dividida e dedicada a se digladiar nas redes sociais e nas ruas, se for necessário.

Aliás, enfrentamentos que aconteceram inúmeras vezes desde que a presidente legítima, constitucional e legalmente reeleita foi deposta da Presidência da República por meio de um golpe bananeiro e de terceiro mundo, cujos garantidores são o Supremo Com Tudo (SCT), que vem a ser a vergonha, o vexame e a desgraça do Brasil, bem como o Grupo Globo da neoliberal Miriam Leitão, que, a despeito de ter sido vítima de um regime violento e infame protagonizado pelos militares, é, na verdade, uma profissional de confiança dos magnatas bilionários de todas as mídias cruzadas — os irmãos Marinho.

Trata-se também de uma das principais responsáveis, como jornalista de um oligopólio midiático useiro e vezeiro em apoiar golpes, por dar “credibilidade” a um modelo econômico de exploração e rapinagem tocado a ferro e fogo pelo banqueiro arrogante e ultraliberal maniqueísta, Paulo Guedes, que está a lutar para que os trabalhadores, aposentados e pensionistas paguem a conta no lugar dos ricos e muito ricos, que transformaram o Brasil na casa da mãe Joana, porque é desta forma que os privilegiados ganham mais dinheiro sobre o muito que já tem.  

Miriam é há muito tempo uma das pontas de lanças de uma empresa que prega a hegemonia de grupos políticos de direita, assim como é parte influente de um jornalismo empresarial, pois de negócios privados, que tem como prática tratar seus adversários políticos e econômicos como inimigos, a tratar seus jornais como verdadeiras tribunas de manipulação e ódio em prol da causa dos interesses das potências mundiais, notadamente os Estados Unidos, para quem o Grupo Globo trabalha e sempre trabalhou.

Miriam é, sobretudo, porta-voz de uma megaempresa que se fundamenta em um jornalismo de guerra, persecutório e manipulador, que é considerado por incontáveis brasileiros como jornalismo de esgoto, porque contribuiu no passado para a ascensão da ditadura militar, bem como foi essencial e decisivo para que o traidor e sabotador dos interesses do Brasil, *mi-shell temer, concretizasse o golpe de 2016 e abrisse os caminhos para o desgoverno do fascista Jair Bolsonaro, que, sem sombra de dúvida, fará o povo brasileiro sofrer na carne e na alma, no que é relativo a ter no poder um governo economicamente ultraliberal e politicamente fascista. 

Trata-se do desgoverno que se dispõe a não cuidar do povo brasileiro e a se descuidar propositalmente dos interesses de soberania e autonomia da Nação. O desgoverno dos ricos, dos muito ricos e párias dos Estados Unidos, que dá sequência, de forma virulenta, ao desmonte do Estado nacional, à entrega das riquezas da Nação e à retirada cruel e de simbologia escravocrata dos direitos trabalhistas e previdenciários do povo brasileiro, um dos que mais cedo começam a trabalhar em termos mundiais, assim como vive a enfrentar percalços em um dos países mais desiguais e violentos do planeta.

Miriam sabe dessas graves realidades. Seguramente ela tem compreensão, afinal a jornalista sabe o que está a fazer e dizer quando se trata de defender uma economia de mercado que somente beneficia os países centrais e prejudica de morte o capitalismo brasileiro, selvagem e antinacional. Contudo, e sinceramente, considero abominável e covarde a declaração do fascista Bolsonaro sobre o sofrimento do ser humano que foi torturado pela infâmia dos capitães do mato do regime de força, que se estabeleceu no Brasil em 1º de abril de 1964, com o emblemático apoio do Grupo Globo, do qual Miriam Leitão é uma das mais importantes porta-vozes, inclusive a influenciar no que é referente à economia brasileira, quando se trata principalmente dos interesses do mercado de capitais.

Como se sabe, golpe é golpe, e todo o golpe é alicerçado na mentira. Entretanto, o Jornal Nacional da Renata Vasconcellos, que quando lê editoriais relativos aos interesses da famiglia Marinho fecha o semblante, endurece o olhar, e trata todo mundo como idiota, pois talvez a pensar que as pessoas e seus diferentes grupos sociais acreditem na ladainha à moda pantomima do discurso falso moralista e enfadonho da empresa midiática mais influente do hemisfério sul, que, para manter seus interesses políticos, econômicos e financeiros, chega ao ponto, de forma vulgar e infame, incluir o PT e o Lula na confusão entre o fascista Bolsonaro e a neoliberal Miriam Leitão.

Miriam há muito tempo percebeu que o desgoverno do protótipo de fascista de terceiro mundo é politicamente perigoso, entreguista, ditatorial e profundamente determinado a fracassar na economia, porque sabedor que desenvolver economicamente o Brasil e melhorar as condições de vida do povo brasileiro fará com que a Nação se torne soberana e independente, não dos Estados Unidos, como pensam os coxinhas e os bolsominions, com raciocínios de ogros, mas, sobretudo, porque um povo instruído, alfabetizado e questionador do poder estabelecido se torna irremediavelmente independente. É exatamente este processo que a direita, a extrema direita e o Grupo Globo de Miriam Leitão combatem, sempre combateram e combaterão. Ponto.

Bolsonaro é mitômano, o que significa ser um sujeito que faz da mentira um meio de vida, conforme comprovam suas declarações e atividades nas redes sociais, principalmente quando se recorda sobre sua atuação na campanha presidencial, que foi baseada em mentiras, fakes e robôs aos milhões, de forma que até hoje não se compreende como a Globo, de Miriam Leitão, nunca tocou nesse assunto de forma forte e decisiva, porque, evidentemente, os irmão Marinho tem interesses que jamais serão confessados.

Porém, o que chama a atenção são os ataques malévolos e direcionados do Jornal Nacional pela voz e imagem de Renata Vasconcellos a Lula e ao PT, de uma maneira subterrânea, baixa e mórbida, a pontuar seus questionamentos a Bolsonaro quanto à Miriam, de forma que não pareça um ataque pessoal ao presidente com vocação para filhote de Mussolini, mas apenas uma questão moral, que deveria ser compreendida por alguém que passou quase 30 anos a xingar em total desrespeito às esquerdas, a quem pensa diferente, às minorias, aos movimentos sociais, aos trabalhadores e a tudo e a todos que o fascista Bolsonaro, um ser feroz como um pitbull acorrentado, considerasse como inimigos a serem vorazmente derrotados.

Então vamos à perola do Jornal Nacional com a voz e a cara “muito séria” de Renata Vasconcellos: ”(...) É importante ressaltar que Miriam Leitão, ao longo dos governos do Partido dos Trabalhadores, foi também alvo constante de ataques. Não questionaram, como agora, o sofrimento por que passou na ditadura, mas a ofenderam em sua honra pessoal e profissional em discursos do ex-presidente Lula em palanques, e até mesmo a bordo de avião de carreira, quando Miriam Leitão ouviu insultos e ofensas por parte de militantes petistas, que então a chamavam de neoliberal e direitista (...)”.

O que Renata Vasconcellos sobre leu na bancada do JN sobre o Lula e o Partido dos Trabalhadores não passa de fake news, com viés político de baixo nível e de uma perversidade que somente cabe a quem faz campanha insidiosa e sistemática, de forma que Lula e o PT não saem do foco político e ideológico dos irmãos Marinho, que tem o propósito de dar continuidade à desmoralização moral do político e seu partido, além de mantê-los sob a égide da opressão, como forma também de diminuir o PT como agremiação de esquerda e trabalhista, assim como subjugar o ex-presidente Lula como o maior líder popular do Brasil dos últimos 45 anos.

O que o PT e o Lula tem a ver com as palavras sórdidas verbalizadas pelo ódio e desprezo do fascista presidente à jornalista Miriam Leitão? Por que a Globo, seus editores e editorialistas incluíram o PT e o Lula em uma situação grotesca, imunda e infame perpetrada pelo fundamentalista de direita Jair Bolsonaro? Por que os malévolos de redação e da cúpula da Globo resolveram reafirmar mais uma vez de inúmeras vezes o jornalismo de esgoto que praticam, de maneira açodada e desrespeitosa principalmente a partir da ascensão de Lula ao poder em 2003?

Respondo: Para o Grupo Globo, principalmente a televisão, que é vista por milhões de pessoas, atacar a direita e a extrema direita, que mal ou bem representam os interesses políticos e econômicos da famiglia Marinho e muitos de seus empregados jornalistas, seria como abrir flancos neste jogo de xadrez.

Explico: Apesar das discordâncias entre os fascistas e extremistas de direita, que compõem o governo Bolsonaro com o oligopólio internacional Globo, a verdade é que são grupos de direita e farinhas do mesmo saco, já que com propósitos políticos e econômicos que coadunam, a exemplo da privatização de perfil entreguista, além do desmonte e enfraquecimento do Estado nacional, bem como manter a ferro e fogo o PT contra a parede, a usar de forma maniqueísta e falso moralista o discurso de ser um partido corrupto e descompromissado com a população.

E não acaba aí. Manter Lula preso mesmo injustamente é fundamental para que os irmãos Marinho e o governo fascista de Bolsonaro, possam nadar em braçadas sem ter adversário à altura, porque imagina, cara pálida, se o Lula estivesse livre e a viajar pelo Brasil, a fazer oposição e a combater os desmandos dessa mídia global corrupta, venal e compromissada com o status quo brasileiro e o establishment mundial.

Por isto que Renata Vasconcellos, com seus olhares de ave de rapina e sua voz em tom seco e a mando de seus patrões e chefes leu o editorial em prol da defesa de Miriam Leitão, a fundamentalista do mercado, que no passado, infelizmente, foi vítima do crime hediondo de tortura.

Crime demoníaco e defendido pelo fascista Jair Bolsonaro em inúmeras oportunidades, em discursos nas ruas, na tribuna da Câmara, na imprensa e agora no desgoverno colonizado e capacho, que desmonta e entrega o Brasil, além de retirar perversamente os direitos conquistados pelos brasileiros no decorrer de décadas. A Globo toma a defesa de Miriam Leitão contra Jair Bolsonaro, ataca o Lula, o PT para causar confusão à população, e ratifica seu jornalismo de guerra, ódio e manipulação. É isso aí, cara pálida!

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