Hoje é um dia muito importante

Hoje é um dia histórico. A classe operária está lutando pelo poder político, contra o estado. O que segundo o marxismo é o estágio superior da luta de classes. A classe operária brasileira agora está lutando contra o judiciário! o setor mais reacionário e mais estável do regime, a classe operária está dizendo não ao pilar fundamental do poder da burguesia

Hoje é um dia histórico. A classe operária está lutando pelo poder político, contra o estado. O que segundo o marxismo é o estágio superior da luta de classes. A classe operária brasileira agora está lutando contra o judiciário! o setor mais reacionário e mais estável do regime, a classe operária está dizendo não ao pilar fundamental do poder da burguesia
Hoje é um dia histórico. A classe operária está lutando pelo poder político, contra o estado. O que segundo o marxismo é o estágio superior da luta de classes. A classe operária brasileira agora está lutando contra o judiciário! o setor mais reacionário e mais estável do regime, a classe operária está dizendo não ao pilar fundamental do poder da burguesia (Foto: Leandro Monerato)
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Há pelo menos 5 anos, todos os dias, todos os aparelhos da burguesia estão em função de destruir o Lula. Ao mesmo tempo, levantaram a bola desse Moro a nível de herói nacional.
 
Sindicatos, movimentos sem terra, estudantes, trabalhadores de todo o país viajaram dezenas de horas para enfrentar Moro. Ou seja, estão indo enfrentar o judiciário feudal brasileiro, estão indo enfrentar a Lava Jato que é uma fachada para operações da CIA, estão indo enfrentar a VEJA, ISTOÉ, EXAME, GLOBO. O golpe de estado.
 
Por detrás desses dois indivíduos que se sentarão frente a frente hoje, existem duas classes em luta. Os indivíduos são expressões e não os sujeitos.
Moro representa o estado capitalista, o imperialismo.
Lula expressa a classe operária. Não por nenhuma qualidade sua em particular, mas porque ele é o único que consegue canalizar a revolta contra o golpe.
 
Hoje é um dia histórico. A classe operária está lutando pelo poder político, contra o estado. O que segundo o marxismo é o estágio superior da luta de classes.
 
A classe operária brasileira agora está lutando contra o judiciário! o setor mais reacionário e mais estável do regime, a classe operária está dizendo não ao pilar fundamental do poder da burguesia.
 
E há gente de esquerda que menospreza isso, que ri disso. Um riso ressentido é verdade.
 
No afã de competir com o PT estão tentando puxar a classe operária para uma fase inferior da luta de classes, felizmente não estão conseguindo. Curitiba está cheia. Brasília está vazia.
 
Queriam direcionar tudo para lutas contra reformas isoladas. O fato de estarem falando sozinhos, de não estarem em Curitiba e nem fazendo nada em outro lugar indica a rápida evolução da consciência política brasileira. Os trabalhadores sem o freio confusionista do morenismo tende a galgar posições a passos largos.
 
O fato de hoje a esquerda golpista que se calou diante do impeachment, mas quis disfarçar por um período com o FORA TEMER, não estar em Curitiba enquanto massas estão lá, o fato da esquerda pequeno burguesa e as massas estarem se separando novamente é outro sinal muito positivo da evolução política.
 
Sem a presença dessa esquerdinha, os revolucionários tem a sua frente boas perspectivas para atuar nesse movimento e ajudar os companheiros a superar as últimas ilusões que restam acerca das reformas, das eleições. Sem os sectários, os revolucionários tem melhores chances de superar o oportunismo.
 
A luta contra o golpe entra numa nova fase.

A pequeno-burguesia por estar desligada de qualquer atividade produtiva não consegue valorizar o parcial, o provisório, o imperfeito.

A classe operária sabe, enquanto classe, a dificuldade histórica que é formar uma liderança que representa o conjunto de suas organizações. Um líder operário não surge do nada. Ele só pode ser expressão da luta de milhões. Lula simboliza isso. Lembra a todos o poder do operário. Lembra que o poder de produzir ou não produzir é nosso.

A revolução é o cume de um longo processo de evolução da consciência.

Um materialista que veja o que esta ocorrendo hoje, vê a classe operária se batendo contra o estado capitalista. Isso é um processo revolucionário. Os motivos importam pouco diante desse fato. Quanto mais esse embate se desenvolver, mais rapidamente a consciência superará as ilusões na conciliação que se expressa em Lula.

Ao defenderem o conciliador com métodos revolucionários, os trabalhadores só poderão chegar a necessária conclusão: apenas um governo operário e camponês pode resolver todos os seus problemas.

Quem não vibra com o fato de milhões de trabalhadores estarem se batendo contra toda a burguesia de conjunto é um embotado. Contra o monopólio da imprensa burguesa. Contra milhares de policiais. Contra o judiciário. Contra os EUA. Quem não vibra com esse fato, não tem nada a ver com a classe operária, não tem nada a ver com qualquer sentimento revolucionário.

Um movimento de massas contra um um golpe de estado que unificou toda a burguesia só pode ser motivo das maiores esperanças. A grandeza das organizações operárias e populares em movimento são o terreno por excelência da atividade revolucionária marxista.

Devemos caminhar junto com as massas e pacientemente mostrar a ineficiência da conciliação. A evolução da luta contra o atraso e a subordinação colonial, o acúmulo da experiência histórica do movimento grevista que se alçou a governar dentro da regra do jogo e foi expulso são fatores que apontam a enorme possibilidade que está se abrindo.

O imperialismo bate cabeça nesse momento. O golpe empacou. Enquanto a classe operária se agita e se fortalece.

Depois de uma greve geral como primeiro belo passo, agora intimidar o capacho norte-americano Sérgio Moro deve nos encher de confiança.

Aquela confiança de quem sabe que o futuro pertence aos trabalhadores!

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