Imprensa golpista não divulga vitória de Lula na ONU e prefere omitir a verdade

Perdeu a Lava Jato dos facínoras e tudo o que é de ilegalidade e de crimes que ela representa e cometeu de forma sistemática

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(Foto: Valter Lima)


“Pois nada há de oculto que não venha a ser revelado, e nada em segredo que não seja trazido à luz do dia”. (Marcos 4;22)

A imprensa comercial e privada (privada nos dois sentidos, tá?) lavajatista, mas também conhecida como a imprensa de mercado ou corporativa ou de negócios privados, simplesmente resolveu esconder a vitória histórica do ex-presidente Lula na Organização das Nações Unidas (ONU), decisão que colocou mais uma vez o ex-juiz Marreco, vulgo Sérgio Moro, na berlinda, a desmoralizá-lo profissionalmente como magistrado e também como cidadão.

Antes de o Comitê de Direitos Humanos das Nações Unidas considerar oficialmente que Sérgio Moro é parcial, o Supremo Tribunal Federal (STF) o considerou, além de ser parcial, um juiz suspeito, assim como, evidentemente, injusto. Moro, como todo mundo sabe, foi o líder do bando de delinquentes da falecida Lava Jato, que recebeu agora a extrema unção, a definitiva pá de cal sobre seu esqueleto, pois jogada sobre seu caixão pela ONU.

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A verdade é a verdade, e uma delas é que o Marreco ou Russo não passava de um juizeco de primeira instância contaminado por ambições políticas e financeiras ilimitadas, o que o levou a deliberadamente ser parcial, e consequentemente, injusto, o que fez, por motivações políticas e ideológicas, encarcerar por 580 dias o maior líder político vivo da América Latina.

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O líder trabalhista e de esquerda que jamais incorreu em crimes comuns e de responsabilidade, como se comprovam suas 25 vitórias contra os delinquentes e mentirosos da Lava Jato nos tribunais de inúmeros graus, bem continua a levar uma vida de cidadão de classe média, que nunca teve dinheiro no exterior, ao contrário de muita gente burguesa que se diz honesta sem de fato ser honesta.

Porém, apenas os veículos de comunicação de perfis progressistas da internet divulgaram amplamente a estrondosa e importante vitória de Lula sobre a Lava Jato, em especial a derrota acachapante de Moro e do chefe dos procuradores golpistas e de direita, Deltan Dallagnol, que, de tão covarde e escorregadio que é, jamais esteve nos depoimentos de Lula quando ele foi convocado para ser humilhado e acusado de crimes que não cometeu.

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A verdade é que os sites e blogs trataram a informação sobre o Lula e a Lava Jato do Moro como notícia internacionalmente relevante, que de fato o é. Enquanto isso, a imprensa familiar e de negócios privados, controlada por um pequeníssimo baronato bilionário, o que comprova que no Brasil é permitido edificar monopólios, apesar de a lei afirmar o contrário, continua a se comportar  hipocritamente e cinicamente como cega, muda e surda, bem como também desprovida de tato, porque até agora tratou a importante notícia de que a ONU considerou Lula como uma vítima das ações infames da Lava Jato.

Globo, Folha, G1, Estado e Correio, dentre outros órgãos jornalísticos não deram destaques relevantes como merece a decisão da ONU sobre a questão Lula/Lava Jato. As principais televisões com seus jornais, como o JN da Globo, também não se movimentaram nessa direção, que é dar destaque à derrota da Lava Jato, de Moro e sua gangue em forma de manchetes.

Trata-se de jornalismo, cara pálida! E notícia é notícia! Independente se agrada ou não o patrão, aquele que só pensa em ganhar muito dinheiro e viver como um reizinho terceiro-mundista. A verdade é que os jornais e os jornalistas dos grandes oligopólios midiáticos não fazem jornalismo, mas sim política e linchamento moral das pessoas, partidos e grupos econômicos e comerciais que são considerados inimigos de seus interesses.

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E a política mais infame e sórdida, inconsequente e irresponsável, covarde e totalmente dissociada da verdade e das realidades é praticada pelos sabujos de redações, que defendem o establishment como se fizessem parte dele mais do que seus próprios patrões. E esse tipo de gente está aí, lépido e fagueiro, a atuar e agir como se não tivesse, na maior cara de pau, nenhuma responsabilidade com o golpe de terceiro mundo contra a presidente Dilma Rousseff e a prisão injusta do presidente Lula.

Procedem, tais jornalistas, como também não tivessem quaisquer responsabilidades com o desmanche criminoso do estado brasileiro, somado à fome e ao desemprego em massa da população, que neste momento terrível da vida nacional não sabe para onde correr e ter o mínimo de paz e segurança para viver. São os jornalistas de confiança dos grandes grupos midiáticos privados, que, na verdade, se tornaram copartícipes do consórcio golpista de direita de 2016.

Os principais integrantes de tal consórcio foram os políticos de direita aboletados no Congresso, os juízes, os procuradores, os delegados de PF, os generais, os ruralistas e federações empresariais, a idiotizada classe média comedora de restos do sistema de capitais, e, evidentemente, a imprensa de mercado pertencente aos magnatas bilionários, que são historicamente golpistas porque imperialistas. Ponto.

Esses coleguinhas com suas conveniências se comportam, inacreditavelmente, como democratas de fancaria, obviamente, porque se eximem cinicamente da culpa de terem ajudado a colocar no poder central o fascista deprimente e atroz Jair Bolsonaro. Mas fazer o quê, não é mesmo, cara pálida? Os patrões deles, os magnatas bilionários de todas as mídias cruzadas e monopolizadas, apesar de “odiarem” o protofascista Bolsonaro, apoiam literalmente a roubalheira perpetrada pelo ministro da Economia Paulo Guedes.

O banqueiro ultraliberal sem noção alguma de sociedade e por isso desprovido de qualquer sensibilidade social, que implementa no Brasil, a ferro e fogo, uma política econômica brutalmente concentradora de renda e riqueza, pois a mais perversa e severa de sua história, de maneira que o brasileiro nunca esteve em uma situação socialmente tão lamentável e perigosa para sua sobrevivência, ao ponto de se ter hordas de pedintes e abandonados nas cidades de todo o País. E os jornalistas pequenos burgueses fingindo que não tem nenhuma responsabilidade por esse deplorável estado de coisas. Durma-se com um barulho desse.

Por sua vez, ficou mais do que comprovado que o Estado brasileiro foi usado como instrumento de perseguição, por agentes públicos ligados à Justiça, ao MPF, à PF, pois que agiram diretamente para reprimir e oprimir de forma covarde, impiedosa e desumana o ex-presidente Lula e sua família, dentre muitas outras pessoas, que também estão a recorrer dos casuísmos e arbitrariedades por parte daqueles que deveriam respeitar as leis e dar o exemplo para a sociedade.

Contudo, Lula está livre, tanto fisicamente quanto moralmente e lidera as pesquisas de intenção de voto para presidente da República.. O reconhecimento do Comitê de Direitos Humanos das Nações Unidas dá notoriedade mundial ao Caso Lula; porém, o colegiado, que foi o responsável por avaliar e analisar o que ocorreu com o ex-presidente de esquerda, após seis anos investigação dos processos, recomendou ao Governo Federal que o Pacto Internacional de Direitos Civis e Políticos seja cumprido, pois o Brasil é País signatário do Pacto e por isso o Estado brasileiro é obrigado a cumprir as recomendações. Por seu turno, o Comitê de Direitos Humanos da ONU não tem o poder de obrigar os países a punir seus próprios governos.

Entretanto, os movimentos sociais, sindicatos, estudantes, donas de casa, trabalhadores, ONGs e toda a sociedade organizada em geral, que defendem a democracia, o estado de direito, os direitos sociais e civis, o direito ao estudo, à saúde, ao emprego, à proteção do meio ambiente e das minorias que não deveriam ser chamadas de minorias, a exemplo de comunidades indígenas, comunidades de favelas, LGBTQIAPN+, as pessoas com deficiência, os quilombolas, dentre muitos e muitos grupos sociais que compõem a imensa diversidade do tecido social brasileiro, sabem muito bem que o Lula representa a legalidade, a valorização da democracia e o respeito à Constituição e às instituições republicanas.

E por quê? Porque o atual candidato a presidente da República pelo Partido dos Trabalhadores trata a política como avanço da civilização, como forma de resolver problemas, interesses e conflitos sociais, econômicos e de classe de maneira democrática e civilizada, a ter o diálogo como ferramenta de entendimento para ser negociado e implantado na sociedade brasileiro um novo pacto social, pois o último ocorreu com a promulgação da Constituição em 1988.

A Nação brasileira após o golpe de estado de 2016 precisa urgentemente retomar a democracia e o senhor Luiz Inácio Lula da Silva é a garantia de o Brasil avançar em seus marcos civilizatórios e novamente cumprir com o que determina a Constituição chamada apropriadamente por Ulysses Guimarães de “Constituição Cidadã”. E a Carta Magna é cidadã mesmo, de verdade, o Ulysses estava coberto de razão, porque do contrário não seria tão odiada pela direita e pela extrema direita deste País injusto, violento e desigual.

Perdeu a Lava Jato dos facínoras e tudo o que é de ilegalidade e de crimes que ela representa e cometeu de forma sistemática como se fosse um imbatível serial killer, o que de fato não é, pois se trata da deletéria que caiu de joelhos para ser moralmente e juridicamente abatida como um animal feroz e venenoso. Perdeu, Moro! Perdeu, Dallagnol! Perdeu o sistema judiciário e policial opressor e persecutório. Todos eles mentiram para a população, levaram o País à bancarrota e o infernizaram durante anos, a terem os magnatas bilionários da imprensa de mercado e seus jornalistas sabujos como seus principais parceiros e sócios do consórcio do golpe terceiro-mundista.  É isso aí.

Este artigo não representa a opinião do Brasil 247 e é de responsabilidade do colunista.

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