Judiciário brasileiro não é só corrupto. É corrupto e nazista

A justiça brasileira tem de ser humana e justa. Para todo mundo, pobres e ricos. Não é insuflando ódio contra a “mulher de Cabral”, ou contra o “filho da desembargadora”, que iremos ajudar ninguém. O que precisamos fazer é expurgar a cultura fascista da sociedade, e isso se faz com educação, cultura e debate

A justiça brasileira tem de ser humana e justa. Para todo mundo, pobres e ricos. Não é insuflando ódio contra a “mulher de Cabral”, ou contra o “filho da desembargadora”, que iremos ajudar ninguém. O que precisamos fazer é expurgar a cultura fascista da sociedade, e isso se faz com educação, cultura e debate
A justiça brasileira tem de ser humana e justa. Para todo mundo, pobres e ricos. Não é insuflando ódio contra a “mulher de Cabral”, ou contra o “filho da desembargadora”, que iremos ajudar ninguém. O que precisamos fazer é expurgar a cultura fascista da sociedade, e isso se faz com educação, cultura e debate (Foto: Miguel do Rosário)

Não tenho outro adjetivo para descrever uma justiça que se nega a permitir que uma mãe de cinco filhos, lactante, acusada de posse de 8 gramas de maconha (sic), aguarde o processo em liberdade: é uma justiça nazista.

Inclusive não concordo com o tweet do Gregorio Duvivier, que reproduzo abaixo apenas como curiosidade. Para mim, essa postura de Duvivier é de um moralismo inacreditável, do mesmo tipo de moralismo que abriu espaço para a Lava Jato, operação que é o supra-sumo do nazismo jurídico vigente no país.

A justiça brasileira tem de ser humana e justa. Para todo mundo, pobres e ricos.

Não é insuflando ódio contra a “mulher de Cabral”, ou contra o “filho da desembargadora”, que iremos ajudar ninguém.

O que precisamos fazer é expurgar a cultura fascista da sociedade, e isso se faz com educação, cultura e debate.

 

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