Moreira rebate delator: mentira afrontosa

"A denúncia do senhor Cláudio Melo Filho publicada na Veja é uma mentira afrontosa, pois jamais falei em dinheiro com ele. Considero a denúncia uma indignidade e, sem provas, uma covardia. Quanto à não aprovação do aeroporto, como disse, isso se deu por razões técnicas.  O artigo 2º do Decreto 7.871, de 21/12/2012, impede aeroportos privados de explorarem linhas aéreas regulares, como se queria", disse Moreira Franco; delator o acusou de receber R$ 3 milhões

Presidente da Fundação Ulysses Guimarães, Moreira Franco
Presidente da Fundação Ulysses Guimarães, Moreira Franco (Foto: Tereza Cruvinel)

O vazamento, pela revista Veja, da delação do executivo Claudio Melo Filho, da Odebrecht, de que tria pago propina de R$ 3 milhões a Moreira Franco quando ministro da Aviação Civil no Governo Dilma, acontece em momento estratégico para o ministro-coordenador do PPI (Programa de Parcerias para Investimentos). Moreira estava em Londres apresentando o programa para investidores ingleses.

Em nota posta no Twitter, Moreira rebateu as acusações do executivo dizendo:

"A denúncia do senhor Cláudio Melo Filho publicada na Veja é uma mentira afrontosa, pois jamais falei em dinheiro com ele. Considero a denúncia uma indignidade e, sem provas, uma covardia. Quanto à não aprovação do aeroporto, como disse, isso se deu por razões técnicas.  O artigo 2º do Decreto 7.871, de 21/12/2012, impede aeroportos privados de explorarem linhas aéreas regulares, como se queria".

Segundo o denunciante, a Odebrecht não queria a implantação do terceiro aeroporto de São Paulo porque isso representaria uma concorrência com ela, que não é concessionária de terminal na capital paulista, mas sim do Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro.

 

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