Moro, ex-juizeco suspeito, parcial e injusto, intitula-se ridiculamente como 'fiscal' de Lula

"Lula derrotou os golpistas de Justiça, MPF, PF, direita partidária, militares, bolsominions, empresários e a imprensa corporativa", diz Davis Sena Filho

www.brasil247.com - Sergio Moro e Lula
Sergio Moro e Lula (Foto: Reuters | Ricardo Stuckert)


Por Davis Sena Filho

Sérgio Moro é considerado pela Justiça e pela ONU como juiz suspeito, parcial e injusto, de ignorância ímpar e de perversidade brutal. Acontece que ele continua a ser um fanfarrão, useiro e vezeiro em cometer insanidades e despropósitos, além de ser um ególatra que não enxerga nada e coisa nenhuma a um palmo de seu nariz de Pinóquio, conforme comprovaram sem deixar dúvidas as gravações entre membros da quadrilha da Lava Jato e o ex-juizeco de província Sérgio Moro, conhecido também pelas alcunhas de Marreco e Russo.

E não é que esse candidato a senador do Paraná se autointitula o “fiscal” de Lula, que, segundo ele, para “detectar” mentiras, quando todo mundo sabe e compreende que o mentiroso contumaz é o próprio Moro, que foi desmoralizado como cidadão e desqualificado como juiz por causa de sua péssima conduta moral e profissional à frente da 13ª Vara Federal de Curitiba, que ele transformou em um antro de conspirações políticas e ações jurídicas persecutórias, a ter sempre como alvo principal o candidato trabalhista pelo PT, Luiz Inácio da Silva, que neste momento lidera todas as pesquisas que o indicam como favorito para ser presidente da República pela terceira vez.

Moro, o agora candidato a senador pelo partido direitista e fisiológico União Brasil, não passa, volto a ressaltar, de um indivíduo mentiroso, traidor e falastrão, que agiu sistematicamente e criminosamente contra a democracia brasileira, o Estado Democrático de Direito, o Código Penal e a Constituição, a fazer acusações infundadas, levianas e mentirosas, pois agiu ao mesmo tempo como delegado, procurador e juiz, a ter sempre como alvo principal o candidato trabalhista pelo PT, Luiz Inácio da Silva, que neste momento, para o desassossego e inveja do ex-juizeco mentiroso, lidera todas as pesquisas que o indicam como favorito para ser presidente da República pela terceira vez.

Enfim, ao invés de Moro, um candidato de extrema direita que levou um forte pontapé no traseiro do seu ex-chefe fascista, Jair Bolsonaro, preocupar-se com a sua ridícula candidatura desprovida de qualquer projeto social para a população paranaense e brasileira, ele resolve atacar àquele que o derrotou de forma acachapante em seu campo de atuação, em seu habitat, ou seja, nos tribunais. Mas mesmo desmoralizado, e para querer aparecer como se fosse um pavão necessitado de mídia, Moro, a usar calhordamente o nome de Lula, tenta conquistar os votos que lhes faltam para se tornar senador, pois está próximo de ser derrotado por Álvaro Dias.

Exatamente. O Marreco ousado e atrevido, traidor e ambicioso será derrotado eleitoralmente pelo também golpista de primeira hora, o senador Álvaro Dias, do Podemos, a quem o Moro traiu ao abandonar o partido e concorrer também ao Senado pelo União Brasil, a dar sequência a uma conduta comum e rotineira em sua vida de traições políticas e armações jurídicas ilegais, de maneira a se beneficiar sempre em busca de poder político.

Por sua vez, o Russo (codinome dele junto aos procuradores e delegados da súcia da Lava Jato) resolveu cometer malfeitos graves porque a vida de servidor público do Judiciário não mais o apetecia, o entediava, o aborrecia, porque se trata de um sujeito pernicioso e ambicioso desmedido, vaidoso e elitista, que chegou a um ponto de ele mesmo não aguentar sua vidinha enfadonha de juizeco de província de quinta categoria, quando ele se considera, em sua vã filosofia, alguém talhado para o sucesso e o poder político.

O patético juizeco não aguentava mais o anonimato e se juntou à imprensa de mercado mais golpista e corrupta do mundo ocidental, de forma que o coitado equivocado achou que seria aceito, definitivamente, nos salões do establishment nacional e internacional. Só que essa gente de alma colonial e imperialista, que controla as riquezas do mundo já o descartou, porque o Marreco e seu bando de malfeitores já fizeram o trabalho sujo, que a plutocracia tanto queria, sendo assim Moro foi abandonado e mandado sumariamente para a berlinda.

É essa a realidade, cara pálida, sendo que até a direita brasileira não lhe deu espaço e hoje esse sujeito sem noção em quem ninguém confia está próximo de não ser eleito senador pelos paranaenses, depois de ser impedido de concorrer às eleições por São Paulo, pois ele, como golpista que é, mentiu sobre seu endereço residencial ao TRE, que suspendeu sua candidatura pelo estado bandeirante. Este é o Moro real, o malandro que se escondia atrás da toga. Ponto.

Ególatra até a medula e vaidoso tal qual a Narciso, o golpista e usurpador Sérgio Moro, depois de ser derrotado, fragorosamente e de forma humilhante por Lula em todos os tribunais, agora tal almofadinha que pensa ser a realidade o resumo da vida que levou como magistrado, tem a cara de pau de se autointitular, descaradamente, como alguém que vai ver o debate de hoje na Rede Globo entre os candidatos para observar se o “Lula vai mentir”, quando o mentiroso e mitômano é o próprio ex-juizeco, que mentiu tanto e cometeu tantas arbitrariedades e ilegalidades, que suas criminosas ações o levaram à desmoralização perante os brasileiros.

O que comprova os crimes do Marreco de ações sórdidas são os diálogos publicados pelo The Intercept Brasil, além de outras conversas demolidoras repercutidas por meio do hacker Walter Delgatti, que fechou o caixão da Lava Jato, bem como apontou, sem deixar dúvidas, que procuradores, delegados e juízes se associaram para cometer crimes contra o Lula e o Estado Democrático de Direito, assim como contra a democracia brasileira, que certamente se consolidou após ser demonizada por tentativas de destruição por parte de jornalistas da imprensa familiar e comercial, de servidores públicos de alto escalão, que deveriam zelar pela Constituição e pelo Estado de Direito.

A verdade é que Lula derrotou os golpistas de Justiça, MPF, PF, direita partidária, militares, bolsominions, empresários rurais e urbanos e a imprensa corporativa, que ultimamente paga pau de democrata e legalista, mas que, na realidade, associou-se ao um consórcio golpista, antidemocrático, antipopular e antinacional composto por inúmeros setores e segmentos do poder público e da iniciativa privada, de maneira que após seis anos do golpe de estado de 2016 e depois de nove anos das primeiras jornadas de direita e golpistas de junho de 2013, Lula e a sociedade democrática e plural que ele representa surge como um titã político e profundamente popular.

O maior estadista da história do Brasil, juntamente com o trabalhista e igualmente estadista Getúlio Vargas, derrotou de dentro da cadeia e agora como cidadão livre o establishment empresarial, político, midiático e judicial. Lula os derrotou com o apoio de parte importante do povo brasileiro, que nunca o abandonou para ser aniquilado por verdadeiras hienas.

O senhor Luiz Inácio Lula da Silva está prestes a vencer as eleições presidenciais de 2022, independente se a vitória será no primeiro ou no segundo turno. A eleição mais importante da história da República, porque se trata de um referendo, de uma escolha por parte do povo brasileiro, que optará pela civilização ou pela barbárie, esta protagonizada por gente da laia de Sérgio Moro. É isso aí.

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