Nem mito, nem mano

As mentiras da besta-fera foram tão estrambóticas que fez corar até o bolsominion mais aguerrido. Alguns jornalistas contabilizaram as invencionices, mas não tive estômago para tanto



Num passado bem recente, eu esperava ansiosamente o discurso de presidentes brasileiros na ONU. Em verdade, só comecei a dar-lhe atenção com a passagem dos presidentes progressistas brasileiros, Lula e Dilma. Sentia-me totalmente representada pelo ex- metalúrgico, sensível e inteligente; e pela primeira mulher presidenta do Brasil, mandatária da nação, da sabedoria e da força da mulher brasileira.  

Antes deles, não perdia o meu tempo com esse tipo de evento, porque sei também o que representa a ONU, a casa dos países imperialistas. Mas ver os nossos maiores representantes lá, visíveis ao mundo, tocando nas feridas globais, distribuindo “tapas com luvas de pelica”, lavava a minha alma. Deixei de dar ibope ao evento, com a entrada do vampiro golpista na cadeira da presidência do Brasil.

Hoje, não tinha a menor intenção de assistir ao discurso pronunciado pelo nosso (Meu? Não!) presidente genocida, entretanto foram tantas as chamadas nas mídias progressistas e hegemônicas que a curiosidade, como comichão no meu ser, perturbou o meu sossego. E lá fui eu desfazer minha promessa de saúde: não ouvir, nem sequer ver a imagem do tal “mito”.

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O sujeito nem é “mito”, nem é “mano. É mitômano. Não é mito, porque os mitos não são denominados assim pelos seus seguidores, mito é mito. Estão no patamar das divindades pela sua grandeza, pelos seus atos de heroísmo, o que vai na contramão de todas as práticas do presidente pinóquio.  Nem é mano, porque o covarde com faixa presidencial está longe de exercer a confraternidade com os brasileiros. É mitômano. Mente com tanta convicção que acaba acreditando naquilo que diz.  É daqueles que a cada 10 discursos proferidos ou postagens escritas, 17 são mentirosos.  O pior de tudo é que acaba fazendo com que uma leva de desinformados, apolíticos e fascistas acreditem no que o farsante propaga.  Mas será que o presidente fake News conseguiu enganar o mundo? Creio que não.

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As mentiras da besta-fera foram tão estrambóticas que fez corar até o bolsominion mais aguerrido. Alguns jornalistas contabilizaram as invencionices, mas não tive estômago para tanto.   Disse ele que os índios e os caboclos são os responsáveis pelas chamas que engolem o Pantanal e a Amazônia e que o seu governo preza pela defesa do meio ambiente. Qualquer  brasileiro comum sabe que o presidente e seus ministros vêm tomando atitudes totalmente contrárias a essa afirmação.  

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A agência de checagem Aos Fatos informa que “até o fim de junho haviam sido liberados 239 novos agrotóxicos, alguns comprovadamente causadores de problemas de saúde e danos graves ao meio ambiente. O escolhido para chefiar a pasta do Meio Ambiente, Ricardo Salles, foi condenado no fim de 2018 por fraudar o processo do Plano de Manejo de Proteção Ambiental da Várzea do Rio Tietê quando ainda era secretário estadual do Meio Ambiente de São Paulo”. 

O espertalhão teve a impudência de declarar que os responsáveis pelos números altos de casos de COVID-19, no Brasil, são os governadores, e que o seu governo pagou 1.000 dólares de auxílio emergencial, o equivalente a R$5.800,00, quantia essa que muitos profissionais brasileiros sequer recebem ou sonham obter. Mais uma vez cutucou a Venezuela, seu fetiche ditatorial, apontando o país sul-americano como responsável pelo óleo que foi jogado nas praias brasileiras. Mentiu, blefou, falseou tanto que o lacaio do mentiroso-mor, Trump cor de cenoura, mostrou ao mundo o que nós já sabíamos, que ele é o presidente fake News. 

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