Neoparlamentarismo fragiliza presidencialismo e rifa Guedes

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Nova economia à vista

Sobretudo, o resultado das eleições para presidente da Câmara e do Senado estabelece de fato o neoparlamentarismo fortalecido pela hegemonia do Centrão; por sua vez, nasce neo-primeiro ministro parlamentarista que comandará o poder na Era Bolsonarista na qual o presidencialismo faliu diante do modelo neoliberal; Lira e Bolsonaro, união de presidencialismo fraco e de parlamentarismo, aparentemente, fortalecido, sob comando da direita; governo híbrido Bolsonaro-Centrão é diferente do governo Bolsonaro dos dois primeiros anos; esse esgotou: desemprego de 14 milhões de trabalhadores, economia parada, sem projeto nacional discutido com a sociedade, salvo as reformas neoliberais comandadas por Paulo Guedes, cujo resultado é desastre; a popularidade de Bolsonaro despencou: de 36% para 27%; já a insatisfação com o governo aumentou pra 40%; o presidencialismo sob modelo neoliberal entrou em colapso; não garante reeleição; sequer deu para formar partido bolsonarista; para sobreviver, Bolsonaro se escora no Centrão e se dispõe a fazer com ele governo compartilhado; metade-metade; nasce o suprassumo da Nova República, herdeira do regime militar, agora, comandada pelos militares: neoparlamentarismo + presidencialismo abalado pelo neoliberalismo em plena pandemia agônica; o Centrão, que já vê 2022 com olhos gulosos, vai seguir a receita do fracasso?

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