No Dia das Bruxas, o fascismo avança entre memes, socos e calúnias

Deboche, Fake News, e violência vem se tornando o pano de fundo da missão internacional da comitiva presidencial, cujo o objetivo real é o G20

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(Foto: Reprodução)


A visita do presidente da República à Itália está dando o que falar. Em entrevista concedida à rede de TV italiana, o chefe Maior acusou o presidente Lula de ser chefe do narcotráfico. Depois hostilizou repórteres, e seus seguranças agrediram jornalistas. “Você não tem vergonha na cara rapaz”, foi a resposta dada por Jair Bolsonaro ao repórter que o questionou sobre sua não ida à reunião do G20 pela manhã. O jornalista Leonardo Monteiro (Globo) levou um soco no estômago. Uma outra correspondente foi acusada de estar infiltrada, por um apoiador de Bolsonaro. Foi um festival de agressões a quem trabalha com a ferramenta da notícia. 

Leonardo Monteiro foi agredido, através de uma raiz nazifascista. Os atos do presidente e seus asseclas parecem até ficção ou meme; na realidade (meme mesmo) foi aquele criado por sua esposa, a primeira-dama, que postou uma imagem, se representando como Mulher Maravilha ao lado de seu esposo, como Superman; o que para muitos transpareceu como apoio ao jogador de vôlei Maurício Souza, que recentemente fez comentários homofóbicos em rede social.  Cada vez mais se torna insustentável a postura governamental de quem foi eleito democraticamente, e que parece governar de forma truculenta. 

Desde o ano de 2018, ano de eleição presidencial no Brasil, que vemos espetáculos de rudeza vexatórios contra a mídia. São posturas descontroladas, que desmantelam com a ética e demonstram cada vez mais que o povo brasileiro está comendo o osso que o diabo amassou. Parece que a prática ditatorial de intimidação abjeta quer calar fundo a liberdade de expressão e a democracia.

Deboche, Fake News, e violência vem se tornando o pano de fundo da missão internacional da comitiva presidencial, cujo objetivo real é o G20. Agora, repudiar é preciso. Qualquer prática que expresse agressão e intimidação contra jornalistas carece de intenso repúdio, ou melhor, do que vai além de qualquer retratação. Que a estreia de Marighella no dia 04 de novembro, seja um substrato fértil, para repudiar. Afinal, a exibição do filme/história, em si, já é um repúdio memorável. E que todos aqueles que estejam assistindo bradem a uma só voz; em alto e bom som um sonoro FORA BOLSONARO, especialmente pelos últimos acontecimentos em Roma. 

#FORACORRUPÇÃO 

 

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