No país da repressão, querem enviar professores e alunos para a ponta da praia!

Fica a pergunta: Vivemos sob qual regime no Brasil? Por enquanto de forma oficial (que eu saiba) vivemos sob o manto de uma República Federativa Constitucional. E qualquer coisa que passe disso é repressão

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Aos poucos vão se revelando nomes de “personalidades” que contraíram a COVID-19, virose grave que já ceifou quase 100.000 pessoas no Brasil. Sem levar em conta os casos subnotificados.

Como é perigoso ser brasileiro. As pesquisas oficiais apontam que o número de mortos nas Favelas do Rio de Janeiro somam mais mortes do que 15 estados do Brasil.

E os políticos contaminados e familiares fazem questão absoluta de comunicar seus contágios, como se contassem votos. Alguns vão além do velho parasitismo contumaz e avançam no campo da difusão virótica para quem passar por perto. Há um novo ritual bem ao estilo absolutista em nosso pobre país/continente: O RITUAL DO LOUVA CLOROQUINA; e O RITUAL DE IMOLAÇÃO DE DOCENTES E DISCENTES...que estão sendo escolhidos a dedo (ou por cores de bandeira), e não por risco de morte. Os profissionais da Educação estão sendo empurrados à subir o cadafalso (que enforca) de uma irresponsável volta às aulas. Por favor leitores respondam qual o o nome correto para isso? 

Ter COVID-19 para os assintomáticos/famosos até parece que virou moda, eles declaram seu estado de saúde com orgulho e por vezes altivez. O carnaval e o Ano Novo (sob forma de Eventos) já foram adiados; e em contrapartida, alunos e professores podem (como massinha de manobra) rumar para o fim de suas existências em troca de proventos módicos e manchados de sangue? É notório, o que se constata pelas Redes Sociais e através das estatísticas sérias: há aumento das mortes por todo o país; e todos os dias. E a maioria das vítimas: é carente. A foto tirada pelo fotojornalista Joshua Irwandi de uma vítima do coronavírus em um Hospital da Indonésia, ela mostra perfeitamente o corpo envolvido em plástico sobre uma maca, tal registro causou um frisson entre internautas no mundo todo.

O click foi feito para a revista National Geographic. A pessoa estava praticamente mumificada, de maneira a não revelar o sexo do morto. A foto foi publicada em 14 de julho e mesmo sem a permissão de Irwandi foi publicada e republicada milhares de vezes. E o fotojornalista de 28 anos foi até mesmo acusado de oportunista por um cantor mui popular no país. 

O mais importante é que a foto que causou emoção e revolta gerou evidências de que a doença é avassaladora. O punctum da imagem traduz o quanto o ser humano é descartável. E descartáveis são também nossos professores e policiais, que agora estão na mira do Ministério da Justiça: que criou um dossiê para enquadrá-los como antifascista. Através da SEOPI.

A tal Secretaria de ações integradas, a guisa do DOPS, órgão que na Ditadura militar de 1964, desempenhava função similar estará vigiando as ações de funcionários federais e estaduais, ou seja, efetuará um monitoramento para detectar o ANTIFACISMO.

E o que é antifascismo? O nome já diz tudo, o prefixo ANTI significa OPOSIÇÃO, e FASCISMO que vem de FASCES (que significa FLAGELAR) conceitua-se: como uma corrente ideológica onde impera o despotismo, a censura e a violência.

Aí fica a pergunta: Vivemos sob qual regime no Brasil?

Por enquanto de forma oficial (que eu saiba) vivemos sob o manto de uma República Federativa Constitucional. E qualquer coisa que passe disso é REPRESSÃO.

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