Encontros no Ministério da Saúde fora do horário de expediente e acesso fácil à embaixada brasileira na Índia durante a negociação de R$1,6 bilhão em vacinas da Covaxin não deixam dúvida de que o dono da Precisa, Francisco Maximiano da Silva, além de apoio no segundo escalão do ministério, tinha estreitas e inexplicáveis relações com o primeiro escalão do governo Bolsonaro.
Simpatia? Amizade? Interesses? Quais?
O seu silêncio recorrente a respeito dessas novas revelações, as mais escandalosas da CPI da Covid, indicam que os segredos, se e quando revelados podem causar danos irreversíveis a Bolsonaro.
Ele é o homem que sabe e por isso cala demais.
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