Primeiro deveríamos criar uma condição de vida que justificasse esse tratamento. Dar casa, comida e trabalho para que essa pessoa pudesse novamente ser tratado como senhor ou senhora da sua família. E para dar a benção, além dessas condições mínimas de vida, a pessoa precisaria ser idônea, participante do núcleo familiar e condizente com a difícil e nobre missão de abençoar e não violentar alguém.
Continuo achando que o melhor e o mais realista é tratar todo mundo de você, salvo o que a etiqueta social estabelece e esquecer essa história de dar a bênção. Respeito se estabelece na relação, no papel de cada um e não na imposição de regras. E que se decrete, até as coisas melhorarem para o povo brasileiro, que se suspenda o uso de senhor e senhora. Mais justo e justiça é uma coisa que vem fazendo falta por aqui.
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