Os advogados dos Bolsonaro e o caso Marielle

Quando mais se mexe no lixo, mais fedido fica o entorno da família Bolsonaro

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(Foto: Reuters | Reprodução)


Quando mais se mexe no lixo, mais fedido fica o entorno da família Bolsonaro. As personagens vão saindo do esgoto, como a delegada Adriana Belém, que trabalhou na 16ª DP na Barra da Tijuca, presa por associação a ‘jogos de azar’, explorados pelo bicheiro Rogério Andrade e o ex-PM Ronnie Lessa, vizinho de Jair, preso pela acusação de ter assassinado Marielle Franco e Anderson Gomes. 

Na decisão em que autoriza a prisão, o juiz Bruno Monteiro Ruliere afirma que a delegada tinha comprometimento com a organização criminosa. "A ré apresenta um grau exacerbado de comprometimento com a organização criminosa", disse. 

Adriana tinha em sua residência R$ 1,8 Mi em cash, guardados dentro de bolsas de grife. A delegada, estrategicamente do DP da Barra, ficou famosa por circular com personalidades dos bafômetros como os ex-jogadores Adriano, Carlos Alberto, Edmundo e Djalminha, além dos cantores Xande e Dudu Nobre. 

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Remexendo no lixo bolsonarista, surge a advogada Luciana Pires que irá advogar em favor de Adriana. Luciana ganhou projeção nacional ao defender o senador Flávio Bolsonaro no caso das rachadinhas, também conhecido como roubo de dinheiro público. 

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É curioso o caso dos advogados dos Bolsonaro que sempre aparecem quando surge alguém envolvido no caso Marielle. Fabrício Queiroz, amigo e um dos articuladores das rachadinhas de Flávio, o faz-tudo da família, ficou escondido da polícia no sítio de Frederick Wassef, um dos advogados da família.  

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Queiroz tinha relação íntima com Adriano da Nóbrega, miliciano condecorado com a medalha Tiradentes, pelo então deputado estadual Flávio Bolsonaro. Adriano era chefe do escritório do crime de onde partiam ordens para execuções, incluindo a da ex-vereadora do PSOL. 

A evidência é que todos os caminhos levam a uma mesma questão: Quem mandou o vizinho do presidente Jair Bolsonaro matar Marielle Franco? 

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