Vida que segue, ainda bem

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Todos os dias aprendemos novas lições. Quem pensa que já viu de tudo, está muito enganado. Muito ainda vai se surpreender.

Uma das muitas surpresas recentes, claro, foi o Covid-19. Um vírus que paralisou a humanidade. Mostrou que não importa onde estejamos, fomos reduzidos a nossa insignificância neste mundo. Ricos ou pobres, sadios ou doentes, jovens ou idosos, ele atacou a todos.

A esperança de que tudo se resolvesse em pouco tempo foi pura ilusão. Os meses foram passando e cada vez ficando mais claro que a solução não chegaria tão cedo, e ao que tudo indica, se a gente quiser estar seguro mesmo, só no ano que vem.

Claro que é possível conviver com o Covid-19 num mundo ideal, onde todos usassem máscara, saíssem a rua somente quando extremamente necessário respeitando o distanciamento social. Este mundo não existe.

Muita gente insiste em sair sem máscara, ou com ela caída sobre o queixo. Não respeitam o distanciamento, seja por opção, ou pura impossibilidade no local onde se encontram.

Festas são organizadas como se nada estivesse acontecendo. Praias e piscinas abertas.

Restaurantes e bares abertos. Casas de espetáculos querendo abrir. E muita gente saindo para viajar.

É compreensível que as pessoas estejam no limite da paciência, que não aguentem mais ficar em casa, ou que necessitem voltar a trabalhar para sobreviver. O desejo de rever os amigos, os pais, os filhos, os netos, ou simplesmente tomar um café no bar, se tornam um desejo incontrolável.

Uma pena que sejam eles a engrossarem as estatísticas de infectados, doentes graves e casos fatais. Por conta deles, as medidas mais drásticas de lockdown se tornam imperativas.

Lamentavelmente, nenhum país pode dizer até o momento que é "Livre do Vírus".

Todos que acharam que haviam controlado a situação, estão sentindo a segunda ou terceira onda. Basta uma pequena abertura, e o Covid-19 retorna com força. Sua capacidade de contágio é impressionante.

Em meio a tudo isso, diversos países enfrentam um novo problema chamado eleições.

A Nova Zelândia optou por adiar um mês. Os Estados Unidos confirmaram para novembro com o uso do voto pelos correios. Outros países estão com o mesmo problema e ainda não tem uma solução.

O Covid-19 ataca a nossa saúde, a economia e agora a democracia. Como realizar eleições em meio a pandemia é a próxima lição que vamos aprender. Se teremos mais, ou menos fraude, ninguém pode prever. Mas certamente teremos menos gente se dispondo a ir votar.

Muitas soluções foram encontradas para manter a economia. Grande parte através do uso da Internet. Trabalho em regime de Home Office deixou de ser algo para poucos.

Compras pelos sites se tornaram comuns. Nunca se leu tanto e se assistiu a filmes e séries como nestes últimos tempos.

Aplicativos como o Zoom e similares passaram a ser utilizados por escolas e universidades. Não só para as aulas, como também para as cerimônias de formaturas.

Até as festas comemorativas receberam os convidados virtualmente.

Assim, aprendemos que é possível se poupar muitos gastos com a pandemia. Nossa felicidade não depende unicamente da presença física de quem apreciamos. Estar na tela do computador com os amigos, ou como parte de uma plateia, nos faz sentir parte de algo novo.

Claro que nada substitui um beijo e um abraço físico com o calor humano. Logo vamos poder voltar a isto também. Mas por enquanto, fiquemos próximos assim, lendo este texto e dando graças a vida.

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