Após pressão, Malafaia declara apoio a Marina

"O ativismo gay retira o apoio a Marina. MARAVILHA! No 1º turno vou votar no Everaldo. No 2º voto em Marina", escreveu o pastor nesta terça-feira em sua conta no Twitter; líder da igreja Assembleia de Deus pressionou a candidata do PSB no último sábado a alterar seu programa de governo nos pontos que se referiam ao aborto e à causa gay, no que foi atendido; agora, ele diz que tentará derrubar outros pontos dos quais diverge "pela via democrática"

"O ativismo gay retira o apoio a Marina. MARAVILHA! No 1º turno vou votar no Everaldo. No 2º voto em Marina", escreveu o pastor nesta terça-feira em sua conta no Twitter; líder da igreja Assembleia de Deus pressionou a candidata do PSB no último sábado a alterar seu programa de governo nos pontos que se referiam ao aborto e à causa gay, no que foi atendido; agora, ele diz que tentará derrubar outros pontos dos quais diverge "pela via democrática"
"O ativismo gay retira o apoio a Marina. MARAVILHA! No 1º turno vou votar no Everaldo. No 2º voto em Marina", escreveu o pastor nesta terça-feira em sua conta no Twitter; líder da igreja Assembleia de Deus pressionou a candidata do PSB no último sábado a alterar seu programa de governo nos pontos que se referiam ao aborto e à causa gay, no que foi atendido; agora, ele diz que tentará derrubar outros pontos dos quais diverge "pela via democrática" (Foto: Gisele Federicce)

247 – Depois de criticar seu programa de governo e pressionar por mudanças, o pastor Silas Malafaia declarou apoio à candidata do PSB, Marina Silva, nesta terça-feira 2. "O ativismo gay retira o apoio a Marina. MARAVILHA! No 1º turno vou votar no Everaldo. No 2º voto em Marina", escreveu o líder da igreja Assembleia de Deus em sua conta no Twitter.

No último sábado 30, Malafaia criticou os capítulos do programa de Marina referentes ao casamento homossexual e ao direito das mulheres em relação ao aborto. Em menos de 24 horas, a presidenciável retirou trechos e fez alterações, alegando ter havido "erro" no momento da elaboração do documento.

Nesta terça, ele disse à Folha de S. Paulo que ainda há outros pontos que ele tentará combater, mas que "não pode conquistar tudo de uma vez". O líder evangélico pretende derrubar, "via democrática", o direito de adoção de crianças por casais homoafetivos.

Pelo Twitter, ele sugeriu que os gays votem na presidente Dilma Rousseff, que apoiou, ao final do debate presidencial realizado ontem, a criminalização da homofobia. "Dilma apoia a criminalização da homofobia. Vamos combinar: Os gays votam em Dilma. O restante em Everaldo, Aécio, Levy e Marina", escreveu Malafaia.

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