Aragão: ataque sistemático ao PT não lhe tira a popularidade e protagonismo político

"A segurança jurídica já não existe e o desfecho de julgamentos depende apenas de quem é escolhido para ser o relator ou julgador ou, até , por vezes, da cara do freguês, das partes do processo", diz no DCM o ex-ministro da Justiça Eugênio Aragão, ao comentar a denúncia da PGR contra o ex-presidente Lula, contra a presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, e outros membros da legenda;  

Brasília - O ministro da Justiça, Eugênio Aragão, durante divulgação do relatório sobre refúgio no Brasil (Elza Fiuza /Agência Brasil)
Brasília - O ministro da Justiça, Eugênio Aragão, durante divulgação do relatório sobre refúgio no Brasil (Elza Fiuza /Agência Brasil) (Foto: Leonardo Lucena)

Por Eugenio Aragão, no DCM - A nova invectiva vem em movimento de pinça sincronizado: enquanto a turma de Curitiba acelera a negociação da deduragem extorsiva (chamam-na de “delação premiada” também) de Palocci, a Procuradoria Geral da República se utiliza das viciadas e recortadas estórias contadas por diretores da Odebrecht para denunciar, além de Lula, também a senadora e presidenta do PT Gleisi Hoffmann e outros personagens daquilo que seria uma peita gigantesca no valor de dezenas de milhões de reais.

A segurança jurídica já não existe e o desfecho de julgamentos depende apenas de quem é escolhido para ser o relator ou julgador ou, até , por vezes, da cara do freguês, das partes do processo. A lei – que lei? – passou a ser uma metamorfose ambulante, mudando de conteúdo de conformidade com o objetivo político – ou será politiqueiro? – dos atores estatais.

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