Barusco diz que repassou US$ 300 mil para campanha de Dilma

No primeiro depoimento da CPI da Petrobras na Câmara, o ex-gerente da estatal Pedro Barusco, disse que recebeu um pedido de reforço financeiro para a campanha da presidente Dilma Rousseff em 2010 e providenciou o repasse de US$ 300 mil; "Em 2010 foi solicitado à [empresa holandesa] SBM um patrocínio de campanha, mas não foi dado por eles diretamente. Eu recebi o dinheiro e repassei", disse

No primeiro depoimento da CPI da Petrobras na Câmara, o ex-gerente da estatal Pedro Barusco, disse que recebeu um pedido de reforço financeiro para a campanha da presidente Dilma Rousseff em 2010 e providenciou o repasse de US$ 300 mil; "Em 2010 foi solicitado à [empresa holandesa] SBM um patrocínio de campanha, mas não foi dado por eles diretamente. Eu recebi o dinheiro e repassei", disse
No primeiro depoimento da CPI da Petrobras na Câmara, o ex-gerente da estatal Pedro Barusco, disse que recebeu um pedido de reforço financeiro para a campanha da presidente Dilma Rousseff em 2010 e providenciou o repasse de US$ 300 mil; "Em 2010 foi solicitado à [empresa holandesa] SBM um patrocínio de campanha, mas não foi dado por eles diretamente. Eu recebi o dinheiro e repassei", disse (Foto: Valter Lima)

247 - No primeiro depoimento da CPI da Petrobras na Câmara, o ex-gerente da estatal Pedro Barusco, disse que recebeu um pedido de reforço financeiro de João Vaccari Neto e que, por isso, providenciou o repasse de US$ 300 mil para a campanha da presidente Dilma Rousseff em 2010.

"Em 2010 foi solicitado à [empresa holandesa] SBM um patrocínio de campanha, mas não foi dado por eles diretamente. Eu recebi o dinheiro e repassei (...) para o João Vaccari Neto". A informação já havia sido citada por Barusco em sua delação premiada.

Os detalhes do relacionamento com o tesoureiro, caso confirmados com registros como câmeras internas dos hotéis e dados telefônicos, podem comprovar pela primeira vez a proximidade entre Barusco e Vaccari.

Repetindo informações já dadas em sua delação premiada ao Ministério Público Federal, Barusco reafirmou nesta terça-feira (10) que havia um acordo para que um percentual dos contratos firmados na diretoria de Serviços, na qual atuava, fosse destinado ao PT, e que o responsável pelo recebimento era Vaccari.

Barusco, porém, disse que só conversava com ele sobre a divisão da propina e não sabia a destinação que seria dada ao dinheiro. "Isso cabia ao João Vaccari gerenciar. Ele que era responsável. Não sei como ele recebia, para quem ele distribuía, se era oficial, extra-oficial. Cabia a ele naquele percentual uma parte", disse.

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