Belluzzo: até FMI aponta benefícios do investimento público

Segundo o economista Luiz Gonzaga Belluzzo, "o investimento em infraestrutura executado ou organizado pelo setor público não concorre com o investimento privado, mas, ao contrário, serve como indutor ou o complementa"

Segundo o economista Luiz Gonzaga Belluzzo, "o investimento em infraestrutura executado ou organizado pelo setor público não concorre com o investimento privado, mas, ao contrário, serve como indutor ou o complementa"
Segundo o economista Luiz Gonzaga Belluzzo, "o investimento em infraestrutura executado ou organizado pelo setor público não concorre com o investimento privado, mas, ao contrário, serve como indutor ou o complementa" (Foto: Leonardo Lucena)
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247 - Na edição de outubro de 2014, o World Economic Outlook, publicação semestral do FMI avalia os benefícios do investimento público em uma conjuntura de baixo crescimento nos países centrais e de deficiências na infraestrutura dos emergentes, escreve o economista Luiz Gonzaga Belluzzo, na Carta Capital.

De acordo com o estudioso, "o investimento em infraestrutura executado ou organizado pelo setor público não concorre com o investimento privado, mas, ao contrário, serve como indutor ou o complementa". 

"Desde o imediato Pós-Guerra, o exame da trajetória das economias emergentes confirma que o bom desempenho do investimento público foi crucial para a obtenção de taxas de crescimento elevadas. Nas economias industriais modernas, o investimento público desempenha uma inarredável função coordenadora das expectativas do setor privado", acrescentou.

Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 95, conhecida como PEC do Teto dos Gastos, congela os investimentos públicos por 20 anos. De acordo com a proposta, promulgada em 2016, o investimento de uma ano de ficar limitado ao do ano anterior corrigido pela inflação.

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