Embaixada da China humilha de vez Eduardo Bolsonaro

"São absurdas e preconceituosas as suas palavras, além de ser irresponsáveis. Não vale a pena refutá-las. A conselhamos que busque informações científicas e confiáveis nas fontes sérias como a OMS, úteis para ampliar a sua visão", diz a Embaixada da China em resposta a Eduardo Bolsonaro

Yang Wanming e Eduardo Bolsonaro
Yang Wanming e Eduardo Bolsonaro (Foto: Romulo Serpa/Agência | CNJ/Divulgação | ABr)
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247 - Por meio de sua página no Twitter, a Embaixada da China no Brasil enquadrou o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e rebateu as declarações em que acusa o país de ser culpado pela pandemia de coronavírus.

"São absurdas e preconceituosas as suas palavras, além de ser irresponsáveis. Não vale a pena refutá-las. Aconselhamos que busque informações científicas e confiáveis nas fontes sérias como a OMS,  úteis para ampliar a sua visão", diz o primeiro tuíte de uma sequência de cinco.

Em seguida, a representação diplomática, comandada pelo embaixador Yang Wanming, refuta o pedido de desculpas do filho de Jair Bolsonaro. "Seus argumentos mostram que você não está arrependido pela sua atitude, tampouco ciente dos seus erros. Ao continuar a optar por ficar no lado oposto ao povo chinês, está indo cada vez mais longe no caminho errado", destaca.

O representante do governo chinês ainda adverte que a história deu exemplos claros de que aqueles que resolveram atacar o seu povo não se deram bem.

"Que dê uma guinada o mais rapidamente possível, já que a história nos ensina que quem insiste em atacar e humilhar o povo chinês,  acaba sempre dando um tiro no seu próprio pé", frisa.

A embaixada salienta que, como deputado federal, Eduardo Bolsonaro deveria se dedicar ao combate da pandemia. "Você tem  gastado tempo e energia para atacar deliberadamente a China e espalhar boatos", critica.

E conclui com um questionamento: "Você afirma que foi eleito pelo povo, mas fica a pergunta: será que está cumprindo os seus deveres como deputado? Será que merce a confiança daquels que votaram em sí?"


 

 

 

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