‘É preciso olhar o investidor, mas também o brasileiro’, diz general indicado por Bolsonaro para presidir a Petrobrás

O general Joaquim Silva e Luna, atual diretor da Itaipu Binacional, afirmou neste sábado (20) que estaria sendo “invasivo” e “ilegítimo” se opinasse sobre os rumos da Petrobrás antes de ter o nome aceito pelo conselho da empresa

General Joaquim Silva e Luna
General Joaquim Silva e Luna (Foto: Isac Nóbrega/Palácio do Planalto)
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247 - O general Joaquim Silva e Luna, indicado por Jair Bolsonaro para presidir a Petrobrás no lugar de Roberto Castello Branco, afirmou neste sábado (20) que, para a gestão da empresa, “é preciso olhar o investidor, mas também o brasileiro” e evitou fazer previsões sobre os rumos da petroleira em sua futura gestão. No entanto, disse que pretende "ouvir muito" Paulo Guedes.

“São três aspectos na situação atual que precisam ser levados em conta: a valorização do petróleo e do dólar, o interesse do investidor, que está de olho no preço das ações, e também o interesse do país e do brasileiro que precisa se locomover e abastecer seu veículo”, afirmou ao blog da jornalista Ana Flor, do G1. “É preciso olhar o investidor, mas também o brasileiro”, completou.

Atual diretor da Itaipu Binacional, Silva e Luna disse que estaria sendo “invasivo” e “ilegítimo” se opinasse sobre os rumos da Petrobrás antes de ter o nome aceito pelo conselho da empresa. O militar reforçou ainda que é um gestor reconhecido e que pretende atuar para manter a Petrobras como uma empresa rentável e que orgulhe o país.

A indicação de um militar para presidir a Petrobrás provocou forte reação de políticos da oposição, como a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, e também da direita, como o PSDB, que chamou Bolsonaro de comunista por interferir na política de preços.

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