Pazuello se tornou ministro após Teich não assinar protocolo da cloroquina. Pazuello assinou

Nesta segunda-feira, o general Eduardo Pazuello disse que nunca receitou cloroquina, nem tratamento precoce

Ministro interino da Saúde, Eduardo Pazuello
Ministro interino da Saúde, Eduardo Pazuello (Foto: REUTERS/Adriano Machado)
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247 - O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou nesta segunda-feira (18) em entrevista coletiva que nunca defendeu o suposto tratamento precoce contra a Covid-19, e sim o "atendimento precoce". Além disso, o ministro afirmou que nem ele e nem seu ministério receitaram em algum momento qualquer remédio para pacientes infectados pelo coronavírus, dizendo que esta é uma decisão que cabe ao médico de cada cidadão.

Pazuello, porém, chegou ao comando da pasta após o ex-ministro Nelson Teich se recusar a assinar um protocolo do Ministério da Saúde com o título: "orientações do Ministério da Saúde para manuseio medicamentoso precoce de pacientes com diagnóstico da Covid-19". O protocolo é de 20 de maio de 2020. Pazuello assumiu o ministério cinco dias antes.

Teich não assinou o documento e deixou o posto de ministro da Saúde, mas Pazuello o fez. O protocolo cita e recomenda por diversas vezes o uso, por exemplo, da hidroxicloroquina e azitromicina.

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