Pedro Simon: 'Jucá na presidência do MDB é um absurdo'

O ex-senador e ex-governador do Rio Grande do Sul Pedro Simon diz que o MDB “corre risco de desaparecer”. Ele diz considerar “um absurdo” a permanência do ex-senador Romero Jucá na presidência do partido. Ao analisar o governo Jair Bolsonaro, o emedebista faz duras críticas à indicação de Eduardo Bolsonaro, filho do presidente, para a embaixada nos EUA.

'O PMDB deixou de ser o PMDB', afirma Simon
'O PMDB deixou de ser o PMDB', afirma Simon (Foto: Geraldo Magela)

247 - O ex-senador e ex-governador do Rio Grande do Sul Pedro Simon diz que o MDB “corre risco de desaparecer”. Ele diz considerar “um absurdo” a permanência do ex-senador Romero Jucá na presidência do partido. Ao analisar o governo Jair Bolsonaro, o emedebista faz duras críticas à indicação de Eduardo Bolsonaro, filho do presidente, para a embaixada nos EUA.

O ex-senador ainda critica as declarações de Bolsonaro sobre a Argentina. “Bolsonaro tem uma incontinência verbal que desconfio ser um problema psicológico”, diz Simon. 

Sobre o MDB, Pedro Simon afirma ao jornal O Estado de S. Paulo: "acho que o MDB deveria fazer uma profunda reflexão. Se ficar como está, há o risco de desaparecimento do partido. Fui na Assembleia Legislativa de São Paulo e vi que o MDB só tem 3 deputados de quase 100. Lembro quando o MDB tinha metade do Parlamento. Na época da ditadura, ser do MDB era lutar contra ela. Era mais fácil ser do partido. Mas, com o tempo, isso foi se esvaziando."

Sobre Michel Temer, ele diz: "com todo respeito, os fatos existem e devem ser apurados. Ele vai ter todo direito de se defender, mas não dá para dizer que há um dossiê de coisas equivocadas. Aquela gravação onde ele marca uma reunião à meia-noite no Palácio foi uma infelicidade.  

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