Presidente do Senado diz que reforma partidária será votada nesta quarta

A promessa de Davi Alcolumbre (DEM-AP) é fechar um acordo sobre o texto na reunião do colégio de líderes ainda nesta terça. O projeto é considerado importante para "assegurar" as eleições municipais do ano que vem, já que o financiamento empresarial foi abolido

Presidente do Senado, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), concede entrevista.\r\rFoto: Marcos Brandão/Senado Federal
Presidente do Senado, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), concede entrevista.\r\rFoto: Marcos Brandão/Senado Federal (Foto: Marcos Brandão/Senado Federal)

247 - Depois de muita pressão, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), retirou da pauta do Senado o projeto de lei (PL) que trata sobre o fundo eleitoral.

Alcolumbre negou que tenha havido “embate” com a presidente da Comissão de Constituição e Justiça ( CCJ ) do Senado, Simone Tebet (MDB-MS), por causa das críticas ao projeto por flexibilizar as regras de prestação de contas de partidos o que para alguns abriria margem para caixa dois.

A promessa do presidente do Senado é fechar um acordo sobre o texto na reunião do colégio de líderes ainda nesta terça. O projeto é considerado importante para "assegurar" as eleições municipais do ano que vem, já que o financiamento empresarial foi abolido.

"Nós teremos 58 mil vereadores eleitos na eleição do ano que vem e 5,7 mil mil prefeitos que vão disputar e vencer as eleições. Qual é a regra dessas campanhas eleitorais? A política e a sociedade brasileira definiram através de uma legislação a proibição da doação empresarial para campanhas eleitorais. Se imaginou outro modelo: o financiamento público e agora querem tirar esse direito de terem condições de financiar suas campanhas com o mínimo necessário para seus partidos políticos", defendeu Alcolumbre.

A nova lei precisa ser aprovada e sancionada um ano antes do pleito, marcado para 3 de outubro de 2020.

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