PT defende Lula para derrubar reformas de Temer

Documento base do PT para o 6º Congresso Nacional do PT, que começa nesta quinta-feira (1) em Brasília, afirma que o país vive um "regime de exceção" com as prisões da Lava Jato, que não votará em eventual processo de eleições indiretas e que apenas a candidatura do ex-presidente Lula ao Planalto em 2018 será capaz de derrubar as medidas aprovadas pelo governo de Michel Temer; "O PT lutará para impedir que os golpistas interditem o direito do companheiro Lula ser candidato à Presidência da República", diz trecho do texto

Natal- RN- Brasil- 22/09/2016- Ex-presidente Lula, durante evento político em Natal. Foto: Ricardo Stuckert/ Instituto Lula
Natal- RN- Brasil- 22/09/2016- Ex-presidente Lula, durante evento político em Natal. Foto: Ricardo Stuckert/ Instituto Lula (Foto: Aquiles Lins)

247 - Documento base do PT para o 6º Congresso Nacional do PT, que começa nesta quinta-feira (1) em Brasília, afirma que o país vive um "regime de exceção" com as prisões da Lava Jato, que não votará em eventual processo de eleições indiretas e que apenas a candidatura do ex-presidente Lula ao Planalto em 2018 será capaz de derrubar as medidas aprovadas pelo governo de Michel Temer.

"O PT lutará para impedir que os golpistas interditem o direito do companheiro Lula ser candidato à Presidência da República", diz trecho do texto, divulgado pela Folha.

"A eleição de Lula presidente é uma condição para revogar as mudanças adotadas pelos golpistas, para adotar medidas de emergência que encadeiem reformas estruturais, que só o governo Lula pode conduzir, e que enfrentem a crise do ponto de vista das classes trabalhadoras", completa o documento.

Ainda de acordo com o texto –que ainda pode sofrer modificações até sábado (3), quando o congresso se encerra–, o PT rejeita qualquer possibilidade de eleição via colégio eleitoral e defende, além da convocação de uma Assembleia Constituinte, as eleições diretas para substituir Temer caso o presidente seja cassado pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral), em julgamento que se inicia em 6 de junho.

"O PT manifesta sua posição inegociável pelas Diretas Já e contra o golpe dentro do golpe. Enfrentamos quaisquer iniciativas das classes dominantes de impor eleições indiretas por meio de um colégio eleitoral. O PT rejeita terminantemente as duas alternativas golpistas. O PT não votará no colégio eleitoral", diz o texto.

 

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