Queiroga diz que cuidados com a ômicron, variante da Covid presente em 12 países, são os mesmos de outras cepas

A tentativa do ministro de tranquilizar os brasileiros vem após 12 países registrarem casos da nova cepa, e a OMS considerar que a ômicron pode aumentar as chances de reinfecção

www.brasil247.com - Marcelo Queiroga
Marcelo Queiroga (Foto: Walterson Rosa/MS)
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247 - O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse em uma live neste domingo (28), que os cuidados que a população deve manter diante da ômicron, variante da Covid-19 primeiramente encontrada na África do Sul, são os mesmos  já adotados em outras cepas da Covid que já circulam pelo mundo.

O ministro destacou que o foco deve ser mantido na vacinação e demais medidas sanitárias. "É extremamente importante que mantenhamos o foco na campanha de vacinação e mantenhamos as chamadas medidas não farmacológicas. Evitarmos aglomerações, higienização das mãos, álcool em gel, a etiqueta respiratória".

A tentativa do ministro de tranquilizar os brasileiros vem após 12 países registrarem casos da nova cepa,  e a Organização Mundial da Saúde (OMS) considerar que a ômicron pode aumentar as chances de reinfecção. 

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Neste sábado, um brasileiro que teve passagem pela África do Sul desembarcou no aeroporto de Guarulhos (SP) e testou positivo para Covid-19. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ainda não confirmou se o caso se trata da nova variante.

Segundo relatório publicado neste domingo (28), a OMS considera que a nova variante pode aumentar a chance de uma pessoa que já teve covid se contaminar novamente. A informação é preliminar e ainda precisa ser comprovada por mais estudos.

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De acordo com reportagem do jornal Folha de S. Paulo, Queiroga ainda comentou sobre a medida adotada pelo Brasil neste sábado (27) de proibir a entrada no Brasil de quem esteve, nos últimos 14 dias, em seis países africanos: África do Sul, Botsuana, Suazilândia (Eswatini), Lesoto, Namíbia e Zimbábue.​

"Foi uma medida adotada pelo Brasil por precaução seguindo a conduta de alguns países do mundo também. Tudo com o intuito de aprimorar nossa vigilância e retardar a entrada dessa variante no Brasil até que a gente tenha mais ideia dos seus reais impactos, enfim, de todas essas questões", disse Queiroga.

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