Zanin: MPF pede condenação de Lula sem provas com base em tese de Dallagnol

"Os procuradores afirmam que "a solução mais razoável é reconhecer a dificuldade probatória" (pág. 53) e pedem a condenação sem provas. Nas alegações finais apresentadas sobre o triplex os procuradores voltaram a insistir em "juízo de convicção" (pág. 52) ao invés de provas", tuitou o advogado do ex-presidente Lula, Cristiano Zanin Martins; segundo ele, as alegações finais apresentadas pelo MPF na última sexta-feira 2 com base em "juízo de convicção" "seguiram a absurda lógica do PowerPoint" do procurador Deltan Dallagnol

"Os procuradores afirmam que "a solução mais razoável é reconhecer a dificuldade probatória" (pág. 53) e pedem a condenação sem provas. Nas alegações finais apresentadas sobre o triplex os procuradores voltaram a insistir em "juízo de convicção" (pág. 52) ao invés de provas", tuitou o advogado do ex-presidente Lula, Cristiano Zanin Martins; segundo ele, as alegações finais apresentadas pelo MPF na última sexta-feira 2 com base em "juízo de convicção" "seguiram a absurda lógica do PowerPoint" do procurador Deltan Dallagnol
"Os procuradores afirmam que "a solução mais razoável é reconhecer a dificuldade probatória" (pág. 53) e pedem a condenação sem provas. Nas alegações finais apresentadas sobre o triplex os procuradores voltaram a insistir em "juízo de convicção" (pág. 52) ao invés de provas", tuitou o advogado do ex-presidente Lula, Cristiano Zanin Martins; segundo ele, as alegações finais apresentadas pelo MPF na última sexta-feira 2 com base em "juízo de convicção" "seguiram a absurda lógica do PowerPoint" do procurador Deltan Dallagnol (Foto: Gisele Federicce)

247 - O advogado Cristiano Zanin Martins, que defende o ex-presidente Lula, comentou no Twitter o pedido feito na última sexta-feira 2 pelo Ministério Público Federal para a condenação do petista no caso do triplex do Guarujá, litoral paulista.

"Os procuradores afirmam que 'a solução mais razoável é reconhecer a dificuldade probatória' (pág. 53) e pedem a condenação sem provas. Nas alegações finais apresentadas sobre o triplex os procuradores voltaram a insistir em 'juízo de convicção' (pág. 52) ao invés de provas", escreveu o advogado.

Segundo ele, as alegações finais apresentadas pelo MPF na última sexta-feira 2 com base em "juízo de convicção" "seguiram a absurda lógica do PowerPoint" do procurador Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa da Lava Jato.

"O procurador Dallagnol jamais apareceu nas audiências do caso do triplex. Foram 27. Vale o 'juízo de convicção', diz suas alegações finais", criticou. "Além de pedir a condenação de Lula sem provas com base nas teorias de Dallagnol, a peça de sexta também recorre a afirmações políticas. Ao contrário do que pensa Dallagnol a literatura não permite a condenação sem provas incontestáveis. Muito menos para fins políticos", acrescentou.

Ele informa ainda que, "salvo alguma modificação", a defesa apresentará no próximo dia 22 de junho as alegações finais de Lula, "mostrando que sua inocência foi provada no caso triplex".

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