Revista Fórum – A cúpula da CPI do Genocídio já sinalizou que pretende antecipar a entrega do relatório final e não quer mais perder tempo. Por isso, alguns depoimentos tem sido antecipados e outros, reavaliados.
Entre as sessões que não devem mais acontecer na CPI está a acareação entre o deputado federal Luis Miranda (DEM-DF) e o ministro do Trabalho de Jair Bolsonaro, Onyx Lorenzoni, segundo informações do jornalista Gerson Camarotti, da GloboNews.
O presidente da CPI, Omar Aziz (PSD-AM), acredita que acareação “seria mais pitoresca do que um fato concreto”. “Devemos suspender a acareação. Isso porque só tem um ponto: a falsificação do invoice (fatura), que já está bem esclarecido”, declarou ao jornalista.
O vice-presidente da comissão, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), que foi quem solicitou a sessão, também não a enxerga mais como oportuna. “Essa acareação não tem muito que acrescentar. Temos que ter cuidado para evitar que CPI seja um palco para desconstrução. O depoimento do Ricardo Barros mostrou que devemos ter atenção para que a CPI não seja usada”, declarou à GloboNews.
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