247 – Em mais uma sessão dedicada ao caso Covaxin, a CPI da Covid ouve nesta quinta-feira (19) o sócio-presidente da Precisa Medicamentos, Francisco Maximiano. Trata-se de um dos depoimentos mais aguardados pelos senadores. A Precisa foi intermediadora da compra da vacina Covaxin, cancelada após suspeita de irregularidades, informa o G1.
A Precisa atuou como uma intermediária entre o laboratório indiano Bharat Biotech, fabricante da vacina Covaxin, e o Ministério da Saúde. A empresa nunca divulgou detalhes do contrato, incluindo o valor que arrecadaria como representante brasileira na negociação.
O contrato de compra da Covaxin previa desembolso de R$ 1,6 bilhão para 20 milhões de doses, mas foi encerrado após uma série de denúncias de irregularidades, incluindo a constatação de fraude nos documentos enviados pela Precisa.
A lista de irregularidades inclui um pedido de pagamento antecipado, que não chegou a ser efetuado porque não estava previsto inicialmente.
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