Mayra Pinheiro assume responsabilidade pelo TrateCov, aplicativo que estimulava o inexistente “tratamento precoce”

A secretária defendeu o aplicativo. Ela disse que Manaus tinha o “cenário ideal” para a utilização da ferramenta e que já existem plataformas semelhantes ao redor do mundo e até mesmo no Brasil

Secretária de Gestão do Trabalho e da Educação do Ministério da Saúde, Mayra Pinheiro
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247 – Em depoimento na CPI da Covid no Senado nesta terça-feira (25), a secretária de Gestão do Trabalho e da Educação do Ministério da Saúde, Mayra Pinheiro, conhecida como “Capitã Cloroquina”, assumiu a responsabilidade pelo desenvolvimento do aplicativo TrateCov, que prescrevia o “tratamento precoce” contra a Covid-19, sem eficácia comprovada cientificamente. 

Questionada pelo relator Renan Calheiros (MDB-AL), Mayra afirmou que sua secretaria desenvolveu a plataforma. Renan lembrou que, conforme o depoimento de Eduardo Pazuello, ela trouxe a sugestão ao ex-ministro. 

A secretária defendeu o aplicativo. Ela disse que Manaus tinha o “cenário ideal” para a utilização da ferramenta e que já existem plataformas semelhantes ao redor do mundo e até mesmo no Brasil, para a conscientização sobre a Dengue.

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