Acusações no ‘caso Alec Baldwin’ envolvem jornadas exaustivas de trabalho, falhas na segurança e atraso de pagamento

Longas jornadas de trabalho, descumprimento de protocolos de segurança, condições indignas para uma produção independente, atrasos nos pagamentos e problemas logísticos são algumas das questões que emergiram nas horas após a morte de Halyna Hutchins

Alec Baldwin
Alec Baldwin (Foto: Reprodução/Instagram)
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247 - A tragédia não chegou sozinha. Houve vários alertas de irregularidades nas filmagens do faroeste Rust antes de Alec Baldwin acidentalmente matar a diretora de fotografia da produção, na quinta-feira, com uma bala que deveria ser de festim. O homicídio fez vir à tona uma série de denúncias da equipe que participa das filmagens em Santa Fé, capital do Estado do Novo México (Estados Unidos), entre elas, que poucos dias antes havia ocorrido um acidente semelhante, quando o dublê de Baldwin disparou duas vezes com armas que deveriam estar descarregadas.  A reportagem é do portal El País Brasil. 

Longas jornadas de trabalho, descumprimento de protocolos de segurança, condições indignas para uma produção independente, atrasos nos pagamentos e problemas logísticos são algumas das questões que emergiram nas horas após a morte de Halyna Hutchins, de 42 anos, diretora de fotografia de origem ucraniana.

Um depoimento prestado à polícia local indica que um assistente de Joel Souza, diretor do filme, era o encarregado de checar as três armas de fogo utilizadas na sequência fatal. De acordo com os investigadores do gabinete do xerife de Santa Fé, o assistente se certificou de que não havia balas de verdade na câmara das pistolas e gritou “arma fria!” (descarregada), depois da revisão. Foi ele quem passou a arma para Baldwin ensaiar uma cena que mudou para sempre a carreira de um dos atores mais veteranos de Hollywood. Um único projétil matou Hutchins, que estava agachada diante de um monitor preparando a tomada, e feriu na clavícula o diretor Souza, 48 anos, que estava ao lado dela. Ele está fora de perigo.

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Até o momento não foi formalizada nenhuma acusação, mas a polícia continua a reunir informações e interrogar testemunhas.

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