Base do governo quer manter indicações na Caixa

Mesmo com o afastamento de quatro vice-presidentes da Caixa Econômica determinado por Michel Temer, aliados do governo querem manter o sistema de indicações na instituição; partidos como MDB, PP, PR e PRB tentam ser contemplados; caso contrário, a base pode se fragmentar; mas o novo estatuto da Caixa dá poder ao Conselho de Administração do banco para nomear e exonerar dirigentes

Mesmo com o afastamento de quatro vice-presidentes da Caixa Econômica determinado por Michel Temer, aliados do governo querem manter o sistema de indicações na instituição; partidos como MDB, PP, PR e PRB tentam ser contemplados; caso contrário, a base pode se fragmentar; mas o novo estatuto da Caixa dá poder ao Conselho de Administração do banco para nomear e exonerar dirigentes
Mesmo com o afastamento de quatro vice-presidentes da Caixa Econômica determinado por Michel Temer, aliados do governo querem manter o sistema de indicações na instituição; partidos como MDB, PP, PR e PRB tentam ser contemplados; caso contrário, a base pode se fragmentar; mas o novo estatuto da Caixa dá poder ao Conselho de Administração do banco para nomear e exonerar dirigentes (Foto: Leonardo Lucena)

247 - Mesmo com o afastamento de quatro vice-presidentes da Caixa Econômica Federal determinado por Michel Temer, aliados do governo querem manter o sistema de indicações na instituição. A informação foi publicada na Folha. De acordo com auxiliares do emedebista, as nomeações podem seguir preferências partidárias para evitar rebeliões na base aliada, principalmente durante a votação da reforma da Previdência, prevista para 19 de fevereiro.

Mesmo após o afastamento, partidos como MDB, PP, PR e PRB precisam se sentir afagos com cargos para não fragmentar a base governista.

Mas o novo estatuto da Caixa, aprovado nesta sexta (19), dá poder ao Conselho de Administração do banco para nomear e exonerar dirigentes. Atualmente, essa é uma competência de quem ocupa a presidência da República.

Na semana passada, os procuradores responsáveis pela Operação Greenfield enviaram um ofício a Temer dizendo que ele poderia ser responsabilizado por "eventuais novos ilícitos" cometidos pelos gestores do banco. 

A operação investiga indícios da existência de um esquema de cooptação de testemunhas para que não contribuíssem com a apuração de supostas irregularidades envolvendo fundos de pensão.

 

 

 

 

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