Brasil fechou mais empresas do que abriu por 2 anos seguidos

Recessão econômica resultante do cenário pré e pós golpe parlamentar que depôs a presidente eleita Dilma Rousseff fez com que o total de empresas no país caísse 0,1% de 2014 para 2015 com 5 mil empreendimentos a menos; de acordo com o IBGE, em 2015 foram criadas 708,6 mil empresas novas entraram no mercado, enquanto 713,6 mil fecharam as portas; em comparação a 2014, houve queda de 4,5% no pessoal ocupado assalariado, o que equivale a redução de 1,6 milhão de postos de trabalho

Recessão econômica resultante do cenário pré e pós golpe parlamentar que depôs a presidente eleita Dilma Rousseff fez com que o total de empresas no país caísse 0,1% de 2014 para 2015 com 5 mil empreendimentos a menos; de acordo com o IBGE, em 2015 foram criadas 708,6 mil empresas novas entraram no mercado, enquanto 713,6 mil fecharam as portas; em comparação a 2014, houve queda de 4,5% no pessoal ocupado assalariado, o que equivale a redução de 1,6 milhão de postos de trabalho
Recessão econômica resultante do cenário pré e pós golpe parlamentar que depôs a presidente eleita Dilma Rousseff fez com que o total de empresas no país caísse 0,1% de 2014 para 2015 com 5 mil empreendimentos a menos; de acordo com o IBGE, em 2015 foram criadas 708,6 mil empresas novas entraram no mercado, enquanto 713,6 mil fecharam as portas; em comparação a 2014, houve queda de 4,5% no pessoal ocupado assalariado, o que equivale a redução de 1,6 milhão de postos de trabalho (Foto: Paulo Emílio)

Ana Cristina Campos, repórter da Agência Brasil - O total de empresas no país caiu 0,1% de 2014 para 2015 com 5 mil empreendimentos a menos, segundo dados da pesquisa Demografia das Empresas, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada hoje (4). Em 2015, foram contabilizadas 4,552 milhões de empresas ativas no Brasil.

Nessas empresas, trabalhavam 40,2 milhões de pessoas, sendo 33,6 milhões (83,6%) como assalariadas e 6,6 milhões (16,4%) na condição de sócio ou proprietário. Em comparação a 2014, houve queda de 4,5% no pessoal ocupado assalariado, o que equivale a 1,6 milhão de postos a menos. Esta foi a primeira queda no pessoal assalariado desde o início da série, em 2008, segundo o IBGE.

Os salários e outras remunerações pagos pelas empresas totalizaram R$ 982,4 bilhões em 2015, com um salário médio mensal de R$ 2.168,91, o equivalente a 2,8 salários mínimos.

Do total de empresas ativas em 2015, 15,6% (708,6 mil) correspondiam a empresas que entraram no mercado. Por outro lado, saíram do mercado 713,6 mil empresas, o que representa 15,7% do total de empresas no país em 2015. Segundo o IBGE, a taxa de sobrevivência foi a maior da série e registrou valor de 84,4%, representando 3,8 milhões de empresas que continuaram ativas de 2014 para 2015.

As atividades econômicas que mais se destacaram nas entradas de empresas no mercado em 2015 foram comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas com 276,1 mil empreendimentos (39%).

Em 2015, 37,8% das empresas criadas em 2010 ainda estavam ativas no mercado. Nesse período, as atividades que apresentaram as mais altas taxas de sobrevivência foram saúde humana e serviços sociais (54,8%) e atividades imobiliárias (50,8%). A pesquisa indica que a taxa de sobrevivência do comércio está entre as mais baixas no período (36,1%).

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