'Empresas devem reparar dano integral da Petrobras'

Para o ministro da Controladoria Geral da União Valdir Simão, em caso de acordo de leniência, além da multa, a empreiteira envolvida na Lava Jato deve ressarcir os cofres da estatal: ‘A Petrobras vai contabilizar um valor de prejuízo em função da corrupção. O dano vai ser a reparação. Isso é o piso’; estima-se que essa quantia possa chegar a US$ 4,2 bilhões 

Para o ministro da Controladoria Geral da União Valdir Simão, em caso de acordo de leniência, além da multa, a empreiteira envolvida na Lava Jato deve ressarcir os cofres da estatal: ‘A Petrobras vai contabilizar um valor de prejuízo em função da corrupção. O dano vai ser a reparação. Isso é o piso’; estima-se que essa quantia possa chegar a US$ 4,2 bilhões 
Para o ministro da Controladoria Geral da União Valdir Simão, em caso de acordo de leniência, além da multa, a empreiteira envolvida na Lava Jato deve ressarcir os cofres da estatal: ‘A Petrobras vai contabilizar um valor de prejuízo em função da corrupção. O dano vai ser a reparação. Isso é o piso’; estima-se que essa quantia possa chegar a US$ 4,2 bilhões  (Foto: Roberta Namour)

247 – O ministro da Controladoria Geral da União Valdir Simão, afirma que, em hipótese de acordo de leniência, as empresas citadas na Lava Jato devem arcar com o dano integral da Petrobras.

“A empresa tem que fazer a reparação integral do dano, não é só daquilo que eu tenho prova documental”, disse em entrevista ao Valor. Segundo ele, a Petrobras vai contabilizar um valor de prejuízo em função da corrupção. “Não se trata do total de baixa do ativo que a empresa lançar, mas do que ela contabilizar como prejuízo. Esse prejuízo vai ser a reparação. Isso é piso”, afirmou.

Com base nas investigações, estima-se que essa quantia possa chegar a US$ 4,2 bilhões (leia mais).

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