Estados Unidos adiam tarifa sobre aço e alumínio

O governo dos Estados Unidos decidiu adiar a tarifa do aço e do alumínio, gesto que beneficia Brasil, Argentina e Austrália; as tarifas entraram em vigor em finais de março, mas os americanos abriram precedente para negociações pontuais com seus principais parceiros; a China continua sendo afetada; em resposta, chineses querem impor um pacote de novas tarifas aos EUA

Bobinas de alumínio em fábrica de alumínio em Pindamonhangaba, no Brasil 19/06/2015 REUTERS/Paulo Whitaker
Bobinas de alumínio em fábrica de alumínio em Pindamonhangaba, no Brasil 19/06/2015 REUTERS/Paulo Whitaker (Foto: Gustavo Conde)

Da Agência Brasil - O governo dos Estados Unidos chegou a acordos com Brasil, Argentina e Austrália para eximir estes países das novas tarifas sobre o aço e o alumínio impostas pelo presidente Donald Trump, segundo informaram nesta segunda-feira (30) meios de comunicação locais. As informações são da Agência da EFE.

As tarifas de 10% ao alumínio e de 25% ao aço entraram em vigor no final de março, mas os EUA haviam eximido temporariamente alguns dos seus principais parceiros para negociar com eles acordos comerciais paralelos. O governo norte-americano também decidiu adiar por um mês, até 1º de junho, a imposição de tarifas às importações de alumínio e aço de União Europeia, México e Canadá.

 

A China será a economia mais afetada pelas novas tarifas. Além do aço e o alumínio, Trump anuncioum plano para registrar US$ 60 bilhões em tarifas para cerca de 1,3 mil produtos provenientes da China e também pretendia estabelecer restrições aos investimentos promovidos por Pequim. A China, por sua vez, ameaçou impor tarifas aos EUA de cerca de US$ 3 bilhões, em resposta.

Leia a matéria da Agência Brasil aqui.

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