Presidente do BB condena ajuda do governo aos pobres e sugere fim da quarentena

O 'Chicago boy' Rubem Novaes, que já defendeu que toda a população brasileira se contamine para ser imunizada, criticou a ajuda do governo para que os pobres possam ter a tranquilidade para não trabalhar e não se expor ao coronavírus: é "esmola com dinheiro alheio"

O presidente do Banco do Brasil, Rubem Novaes
O presidente do Banco do Brasil, Rubem Novaes (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)
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247 – O presidente do Banco do Brasil, Rubem Novaes, voltou a se manifestar na direção do fim da quarentena – ou seja, numa linha condenada pela Organização Mundial de Saúde e que pode expor milhões de brasileiros à morte. Nesta quinta-feira ele encaminhou via WhatsApp a mensagem: “Caiam na real” acompanhada do vídeo postado pelo presidente Jair Bolsonaro com o apelo de uma apoiadora pela reabertura do comércio no País.

"Pode ter certeza que a senhora fala por milhões de pessoas", disse ele. Novaes disse ainda que "governadores e prefeitos impedem a atividade econômica e oferecem esmolas, com o dinheiro alheio, em troca". Antes desta fala, Novaes já havia defendido que a população brasileira fosse contaminada para que, assim se imunizasse – proposta que não tem respaldo científico e mataria milhões de pessoas.

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