Comerciários ocupam Câmara e suspendem votação de comércio 24 horas

Comerciários ocuparam o plenário da Câmara Municipal de Fortaleza na manhã desta quinta-feira (26), e suspenderam a sessão que votaria o Projeto de Lei que propõe o funcionamento do comércio durante 24 horas na capital cearense. Para a diretora do Sindicato dos Comerciários, Helenice Pereira, as consequências deste projeto é extremamente danosa para os trabalhadores. “Nós sabemos que Fortaleza não tem nenhuma estrutura para que o comércio funcione 24 horas”, afirmou

Comerciários ocuparam o plenário da Câmara Municipal de Fortaleza na manhã desta quinta-feira (26), e suspenderam a sessão que votaria o Projeto de Lei que propõe o funcionamento do comércio durante 24 horas na capital cearense. Para a diretora do Sindicato dos Comerciários, Helenice Pereira, as consequências deste projeto é extremamente danosa para os trabalhadores. “Nós sabemos que Fortaleza não tem nenhuma estrutura para que o comércio funcione 24 horas”, afirmou
Comerciários ocuparam o plenário da Câmara Municipal de Fortaleza na manhã desta quinta-feira (26), e suspenderam a sessão que votaria o Projeto de Lei que propõe o funcionamento do comércio durante 24 horas na capital cearense. Para a diretora do Sindicato dos Comerciários, Helenice Pereira, as consequências deste projeto é extremamente danosa para os trabalhadores. “Nós sabemos que Fortaleza não tem nenhuma estrutura para que o comércio funcione 24 horas”, afirmou (Foto: Rodrigo Rocha)

Ceará 247 - Comerciários ocuparam o plenário da Câmara Municipal de Fortaleza na manhã desta quinta-feira (26), e conseguiram suspender a sessão que votaria o Projeto de Lei 0342/2016, que propõe o funcionamento do comércio durante 24 horas no Centro, nos shoppings e ao redor deles na Capital Cearense. 

Para a diretora do Sindicato dos Comerciários, Helenice Pereira, as consequências deste projeto é extremamente danosa para os trabalhadores cearenses. “Nós sabemos que Fortaleza não tem nenhuma estrutura para que o comércio funcione 24 horas. Não temos transporte de qualidade, segurança pública de qualidade, creches para os filhos das trabalhadoras e trabalhadores. Nós não temos nenhuma segurança de que vamos ter nossos direitos trabalhistas respeitados”, disse.

A diretora lembrou ainda que, com a reforma trabalhista, foram retirados 119 itens da CLT, inclusive o direito de ter carteira assinada. “O prefeito diz que é pra gerar emprego, mas que tipo de emprego? Mas a que custo iremos gerar esses empregos? Ao custo das nossas vidas?”, questionou. 

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